A Inflação no Brasil é a terceira maior da América Latina, atrás somente da Argentina e do Haiti, que enfrentam problemas políticos e econômicos.
Como mostrou o G1, no acumulado em 12 meses até julho, a inflação do Brasil chegou a 9%, enquanto a da Argentina somou 51,8% e a do Haiti, 17,9%. Os dados fazem parte de um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas.
Imagem reprodução G1. Fonte: Ibre/FGV
Para Diego Consimo, Analista e fundador da Crypto Investidor, os níveis de inflação tanto do Brasil quanto dos Estados Unidos e outros países da Europa podem estar muito maiores do que se encontram.
Ele explica que “a maneira de avaliação da Inflação é errada”, porque “diversos itens ficam fora da cesta de produtos e serviços que compõem os cálculos de inflação dos países.”
Para o analista, o pior ainda pode estar por vir:
“Estamos indo de encontro com um colapso financeiro mundial, onde os bancos centrais continuam a imprimir mais moeda de forma inflacionária, forçando assim a diminuição do poder de compra da população. Ou seja, se analisarmos os últimos 20 anos, o poder de compra diminuiu muito mais que os níveis de inflação acumulados no mesmo período.”
Diego diz que a luz no fim do túnel estará nas criptomoedas:
“Desse modo, algumas criptomoedas por serem escassas e deflacionárias como o Bitcoin, tendem a valorizar muito mais ao longo dos anos. Além disso, o nível de liquidez é extremo, facilitando a adoção dos criptoativos. Para mim, estamos muito próximos de uma transformação econômica que irá utilizar criptomoedas no dia a dia."
O Cointelegraph noticiou que o Fórum Econômico Mundial quer países integrando Bitcoin às suas economias. Segundo o Fórum, a adoção de criptomoedas cresceu 2.300% desde 2019.
Apesar disso, o Brasil ficou fora do ranking de 20 nações com maior adoção de criptomoedas, divulgado pela Coincub.
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