O Brasil é o país que mais busca pelo termo "Bitcoin" no Google, segundo dados da ferramenta de monitoramento de buscas da gigante de tecnologia Google Trends revelados pelo Cointelegraph en Español.

Um novo Mapa Mundial de Criptomoedas, baseado em dados do Google Trends, mostrou que o Brasil é o país da América Latina que lidera as pesquisas de Bitcoin.

Em relação a outros países do mundo, o Brasil fica em segundo lugar no ranking de pesquisas pela principal criptomoeda, com um interesse de 92,6%.

O Brasil é um dos países latino-americanos que demonstrou maior interesse em criptomoedas e na adoção de sua tecnologia subjacente.

Segundo o texto, colaboram para o grande interesse da população brasileira o fato do país possuir uma grande variedade de plataformas de serviços para a compra e venda de Bitcoin e outros ativos digitais, com exchanges descentralizadas e plataformas P2P e OTC baseadas no país.

A população brasileira também tem revelado crescente interesse em criptomoedas e investimento nesses tipos de ativos. No entanto, como em outros países da região, o país sofre com pirâmides e para afastar mitos sobre criptomoedas.

Além disso, já há empresas que aceitam Bitcoin e ativos como mecanismos de pagamento, em especial no sul do país, em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

Além do Brasil, Chile e Equador se posicionaram em terceiro e quarto lugares, respectivamente. Com 89,8% no Chile e 89,4% no Equador. Surpreendentemente, o país que mais pesquisou o termo Bitcoin no mundo foi o Quênia, com 94,7%.

Há relatos de que o Quênia é o país mais "minimalista do Bitcoin", mas players da indústria cripto apostam na África como o futuro do Bitcoin.

O Quênia, em particular, passa por uma revolução digital. O país da África Oriental possui uma cena em expansão e acompanhou o lançamento de o M-Pesa, um sistema de pagamento móvel para quenianos sem contas bancárias.

O "mapa mundi" das criptomoedas

No "mapa mundi" de criptomoedas, o Bitcoin surge, de longe, como a moeda mais procurada em todos os países.

A América do Sul também aparece como o continente mais "maximizador de Bitcoin", com quatro países no Top 10. Já a Ásia parece ser mais aberta a outras criptomoedas.

Finalmente, a Alemanha se destaca como o único país do mundo com mais interesse na IOTA do que no Ethereum.

Por outro lado, a Venezuela domina altcoins com uma grande presença no país como Litecoin e Bitcoin Cash, embora o mapa não mostre outras opções, como Dash, que indica que é o mais aceito no país latino-americano para pagamentos rápidos.

O mapa mundial de criptomoedas tem como objetivo revelar o interesse de pesquisa de diferentes moedas por país, com dados obtidos do Google Trends.

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