O Bitcoin (BTC) era transacionado pouco acima de US$ 28,3 mil (+4,39%) no início da tarde desta segunda-feira após esbarrar na resistência de US$ 28,5 mil. O movimento da criptomoeda coincide com uma das possibilidades elencadas para o benchmark em outubro pelo especialista em criptomoedas brasileiro Diego Consimo.
Projetando um viés de alta, o fundador do canal Crypto Investidor disse que o BTC poderia ter concluído a segunda onda do padrão “1,2,3,4,5” de Elliott, que é uma das ondas de baixa dentro de uma sequência de alta.
O movimento, segundo a interpretação do especialista, colocaria o BTC em um movimento de reversão, movimento que acabou se confirmando, já que o BTC começou a ganhar força no final de semana com o afastamento, por ora, de uma paralisação (shutdown) do governo dos EUA.
Segundo ele, o Bitcoin estava desenhando um pivô de alta para iniciar uma reversão de mercado e contribuindo com a análise estávamos com divergência bullish a algumas semanas, além disso os indicadores do Método Crypto Investidor estavam indicando reversão do mercado cripto como um todo.
Gráfico do par BTC/USD. Fonte: Canal Crypto Investidor/TradingView
“Agora que o Bitcoin confirmou o rompimento dos US$27,5 mil, a próxima resistência a ser rompida é US$28,6 mil. Caso consiga fazer esse rompimento, o BTC testará o topo dos US$32 mil com alvos em US$ 40 mil a US$ 45 mil”, explicou.
A reação do BTC aconteceu em meio à listagem de cinco altcoins na Bitget e à explosão de 160% de uma criptomoeda desconhecida, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.
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