Mesmo crescendo 6% ao mês e conseguindo 50 mil clientes por dia Nubank amarga prejuízo de R$ 139 milhões

O Nubank, princial banco digital do Brasil, divulgou, que apesar de ter um crescimento de 6% ao mês, ainda assim aferiu um prejuízo de R$ 135 milhões, segundo reportagem publicada pelo portal Infomoney em 30 de agosto.

De acordo com a publicação o prejuízo é referente ao primeiro semestre de 2019. No período o banco praticamente dobrou sua receita bruta que passou de R$ 503 milhões nos primeiros seis meses de 2019 para R$ 1 bilhão agora, mas o resultado não se espelhou nos lucros.

“Quem está acostumado a ver balanços de bancos talvez estranhe o fato de uma instituição nanceira não gerar lucro, mas isso é consequência do crescimento, e esperado. O lucro poderia chegar amanhã, se decidíssemos que este é o momento. Mas não é”, escreveu o CFO da empresa, Gabriel Silva.

Na outra ponta a fintech alcançou a marca de 10 milhões de clientes, mais que o dobro do mesmo período do ano anterior. A taxa de crescimento foi de 50 mil novos clientes por dia, segundo a publicação.

Como reportou o Cointelegraph, a história de empreendedorismo de David Vélez, desde a saída da Colômbia até a criação em território brasileiro do Nubank, foi apresentada em agosto pelo canal HISTORY.

Recentemente com os olhos na digitalização da economia, o Nubank, pela primeira vez desde a sua fundação, abordou oficialmente BitcoinBlockchain criptomoedas em um post em seu blog oficial.

Na postagem, que busca explicar o que é blockchain e como ela pode ser aplicada em diferentes setores, o Nubank dia que "Basicamente, a tecnologia surgiu para que o bitcoin pudesse existir, mas as possibilidades de uso vão muito além das criptomoedas"

"Blockchain não é a mesma coisa que bitcoin (...)Blockchain é a tecnologia que possibilitou a criação da bitcoin e de outras criptomoedas, como Ether Litecoin, mas ela pode ser usada para diversas outras aplicações. (todo mundo está falando de bockchain) Porque essa é uma tecnologia que permite criar uma série de produtos revolucionários – como as criptomoedas, moedas digitais que não têm lastro em nenhum país, por exemplo. Além das criptomoedas, a blockchain também pode ser usada para validação de documentos – como contratos e troca de ações –, transações financeiras, comercialização de músicas ou filmes, rastreamento de remessas e até votos"