O mercado de criptomoedas respondia por um volume de US$ 1,76 trilhão (+3,1%) na manhã desta sexta-feira (9), quando o Bitcoin (BTC) era transferido na região de US$ 46,7 mil (+4,2%), 51,5% de dominância de mercado e índice ganância a 59%, próximo à neutralidade, enquanto algumas altcoins apresentavam alta de até dois dígitos percentuais.

Segundo dados divulgados no X nessa sexta pela plataforma de monitoramento on-chain Santiment, a alta do BTC coincide com o aumento de interesse social pelo benchmark e menor interesse social por três altcoins: Ethereum (ETH), Dogecoin (DOGE) e Monero (XMR).

Em linhas gerais, o mercado de criptomoedas potencializava os ganhos discretos observados em alguns índices acionários, como o S&P 500, encerrado em 4.997,91 pontos, e o Nasdaq, estabelecido em 15.793,72 pontos (+0,24%). Movimentos que sucediam dados do Departamento do Trabalho dos EUA reportando 218 mil pedidos de seguro-desemprego na semana encerrada no dia 3 de fevereiro, pouco abaixo da estimativa dos especialistas. 

No terreno positivo das principais altcoins em capitalização de mercado, o ORDI se transferia por US$ 63,79 (+8%), o BONK se convertia em US$ 0,000011 (+7,6%), o XEC valia US$ 0,000034 (+6,6%), o AKT se transferia por US$ 3,02 (+6,5%), o FLOW era transacionado por US$ 0,79 (+6,2%), o BSV estava cotado a US$ 79,24 (+5,2%), o INK se localizava em US$ 35,14 (+4,2%) e o IMX er5a comprado por US$ 2,38 (+4,4%).

Pelo lado negativo, o JUP se equiparava a US$ 0,49 (-9,8%), o FXS respondia por US$ 8,94 (-4,8%), o MANTA se comparava a US$ 2,73 (-4,8%), o RON se estabelecia em US$ 2,56 (-3,7%), o LINK pareava US$ 18,30 (-2,7%) e o GNO era trocado por US$ 245,08 (-1,3%).

Quanto às altas de dois dígitos percentuais, o RUNE era transacionado por US$ 5,35 (+16%), o PYTH valia US$ 0,54 (+11,8%), o DYM se comparava a US$ 7,68 (+11,1%), o ID representava US$ 0,60 (+19%), o KDA era comprado por US$ 1,15 (+14,2%), o COTI se convertia em US$ 0,10 (+51,2%), o TRIBE atraía US$ 0,43 (+38,3%, o ABT era vendido por US$ 1,19 (+31,3%) e o CHEQ se estabelecia em US$ 0,086 (+22%).

Entre os destaques estava o OM, token nativo do ecossistema focado em finanças descentralizadas (DeFi) Mantra, transferido por US$ 0,30 (+65%) com alta acumulada semanal próxima a 200%.

Gráfico de sete dias do par OM/USD. Fonte: CoinMarketCap

O desempenho do OM chamava a atenção da comunidade de criptomoedas, que nas redes sociais correlacionou a alta ao crescimento do volume de transações pelo lançamento recente de staking de OM com retornos de 14,36% pela rede Ethereum, 41,35% pela BNB Chain e 19,12 através da Polygon.

Outro possível catalisador especulativo em torno do desempenho do OM seria uma parceria da Mantra Chain com o governo de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, para emissão de tokens do mundo real (RWAs, na sigla em inglês) voltados ao mercado imobiliário.

No dia anterior, a Binance anunciava uma nova altcoin com a distribuição de 3.500.000.000 de tokens em dia de reação do Bitcoin, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.