Os mineradores de Bitcoin (BTC) continuam sua saga incessante por energia barata, abundante e mais recentemente, limpa. E agora, eles parecem ter encontrado na política alguns aliados. 

Apesar dos recentes aumentos da tarifa energética do Brasil, a usina Itaipu Binacional, que fica na divisa entre o Brasil e Paraguai, parece estar atraindo atenção de políticos com um ponto interessante para a mineração. 

Há mais de cinquenta anos atrás, o Brasil e o Paraguai assinaram um tratado para criação de Itaipu, uma das maiores hidrelétricas do mundo. Durante o acordo, o Brasil se comprometeu com o capital necessário para a construção e com compra da energia de Itaipu do Paraguai. 

Em 2023, a Itaipu Binacional terminará de pagar o financiamento à Eletrobrás e isso modificará a dinâmica do mercado: ele deixará de ser dolarizado, a compra/venda de energia da hidrelétrica poderá ser negociada no mercado livre de energia e haverá inúmeras polêmicas envolvendo os tetos de custos de manutenção com a instalação. 

 Em meio às mudanças previstas, o Deputado Paraguiano Carlitos Rajala com seu laser eyes anuncia sua intenção de utilizar a energia da hidrelétrica para mineração de Bitcoin. 

Vamos olhar para um futuro onde a energia de nossas empresas binacionais servirá como um investimento em um futuro muito inovador.

Carlito Rejala faz parte dos políticos na Nova Onda institucional, com políticos mirando o Bitcoin como um ativo capaz de ajudar o país a lidar com inúmeros problemas que assolam as economias da América do Sul. 

Em novembro de 2020, o Cointelegraph Brasil fez uma entrevista exclusiva com mineradores chineses que ja mineravam o Paraguai como um lugar com grande oportunidades para mineração de criptomoedas. 

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