CFTC e FBI Estão Requisitando Mais Fundos para Combater problemas relacionados ao Blockchain

A Comissão de Negociação de Commodities e Mercadorias Futuras dos Estados Unidos pede ao Congresso dos EUA um financiamento adicional para auxiliar em suas funções de supervisão nas tecnologias Blockchain.

Solicitando recursos adicionais de US$ 31 milhões

Em seu depoimento ante o Congresso dos EUA, o presidente interino da CFTC, J. Christopher Giancarlo, revela que sua agência precisa de recursos adicionais de US$ 31,5 milhões para obter um total de US$ 281,5 milhões para o ano de 2018.

O financiamento adicional será utilizado para apoiar e intensificar as atividades de vigilância do mercado, dado que estamos numa era em que a tecnologia muda tão rapidamente.

A Comissão de Negociação de Commodities e Mercadorias Futuras dos EUA é a entidade responsável por supervisionar a venda e o comércio de derivados de commodities nos EUA.

O seu programa de vigilância do mercado visa preservar as funções econômicas dos mercados de futuros e opções. A principal missão do programa de vigilância do mercado é identificar situações que possam representar uma ameaça de manipulação e iniciar medidas preventivas em conformidade.

Entre as tecnologias que a CFTC precisa supervisionar inclui a tecnologia Blockchain. Giancarlo teve uma visão otimista da Blockchain, pois acredita nos benefícios promissores da tecnologia no mercado financeiro e nos regulamentos.

J. Christopher Giancarlo informa o subcomitê:

"Outras inovações digitais inovadoras apresentam desafios regulatórios iguais... [como] a tecnologia de distributed ledger, mais conhecida como Blockchain, que desafiará as ortodoxias que são fundamentais para a infraestrutura do mercado financeiro de hoje".

Aumento de crimes relacionados ao Blockchain

A CFTC não é a única agência governamental que está usando os efeitos das tecnologias Blockchain como parte de seus pedidos de financiamento federal adicional. Diz-se que o FBI está solicitando fundos adicionais de US$ 21 milhões e 80 novos funcionários para investigar tecnologias emergentes e ajudar a agência a combater o cibercrime.