O ReitBZ, token com lastro em imóveis emitido pelo BTG Pactual, será o primeiro produto do tipo a distribuir lucros da carteira para os investidores.
Assim, segundo, o banco o pagamento será feito via smartcontract, usando a tecnologia de blockchain, em um acontecimento sem precedentes no mercado financeiro global.
Os smartcontracts tiveram auditoria de segurança feita pela Chain Security (para o blockchain do Ethereum) e pela Least Authority (para o blockchain do Tezos).
“Fazemos investimentos constantes em inovação e tecnologia de ponta e o ReitBZ é a prova de que nossos esforços nesse sentido vêm gerando bons retornos aos clientes”, diz Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.
Deu lucro
Assim, segundo o BTG, o montante dos dividendos pagos será de US$ 87,569.20, sendo que esse primeiro ciclo de investimento gerou US$ 220,288.12 de receita.
Lançado em fevereiro de 2019 e com emissão dos tokens três meses depois, o ReitBZ investe em uma carteira de imóveis recuperados gerida pela Enforce, empresa do Grupo BTG Pactual especializada na recuperação de créditos corporativos.
No total, foram 322 unidades adquiridas entre agosto e dezembro do ano passado e 198 unidades vendidas até o momento.
Em maio de 2020, o ReitBZ passou a ser emitido na plataforma de blockchain do Tezos.
“Com a tecnologia e a globalização, já quebramos fronteiras em vários aspectos das nossas vidas, mas no âmbito dos investimentos ainda pensamos de forma muito local. O ReitBZ é um produto que disrupta essa ideia”, afirma André Portilho, sócio do BTG Pactual responsável pelo token.
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