Alexander Vinnik começou a ser julgado em um tribunal grego na última sexta-feira, ainda negando que ele tivesse qualquer parte na acusação de supostae lavagem de US $ 4 bilhões. A Rússia busca extraditar o misterioso funcionário da antiga casa de câmbio russa BTC-e.

O colapso da BTC-e e a captura de Vinnik

Em julho, Vinnik foi preso na Grécia durante as férias, quase na mesma hora em que a BTC-e afirmou que estava fechada por "trabalhos técnicos não programados". Os usuários da BTC-e logo se depararam com página do FBI, tendo assim sua os maiores medos confirmados.

Vinnik foi acusado de lavagem de dinheiro, pirataria de computador, fraude e tráfico de drogas. Ainda é incerta a sua posição na BTC-e, pois ninguém fornecerá esses detalhes. A aplicação da lei pressupõe que ele era o CEO, então Vinnik está tomando o peso das alegações.

Vinnik declarou publicamente sua inocência e até ofereceu ajudar Vladimir Putin como especialista em tecnologia digital

Extradição

O julgamento que começou na Grécia na semana passada parece ser um precursor das questões reais que estão sendo julgadas, já que continua a ser visto onde Vinnik será acusado. Como um nacional russo, ele pode ser levado para casa para ser julgado, especialmente porque ele já era procurado na Rússia enfrentar acusações de fraude.

Espera-se que um painel de juízes examine esse pedido esta semana, que o advogado de Vinnik disse que não irá contestar.

Um muro das negações

Vinnik continua a negar todas as acusações de irregularidades.

Vinnik disse a um painel de juízes que ele não tocava a casa de câmbio de moeda digital e disse que não havia transferido qualquer Bitcoin. Perguntado pelo juiz por que o sistema caiu após sua prisão, o suspeito respondeu que poderia ter sido uma coincidência e disse que não sabia quem dirigia a casa de câmbio.

"Como um homem pode fazer tudo isso sozinho?" ele perguntou, observando que ele estava lutando contra o pedido de extradição para os EUA porque ele não tinha "nada a fazer" com as acusações contra ele.