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Rafael Chinaglia
Escrito por Rafael Chinaglia,Ex-redator(a) da equipe
Rafaela Romano
Revisado por Rafaela Romano,Ex-editor da equipe

Brasil é 2° na América do Sul em adoção DeFi e 17° país no mundo, mostra pesquisa da Chainalysis

Brasil e Argentina são os únicos sul-americanos na lista de 20 países da Chainalysis; EUA, Vietnã e Tailândia lideram o ranking.

Brasil é 2° na América do Sul em adoção DeFi e 17° país no mundo, mostra pesquisa da Chainalysis
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O crescimento das finanças descentralizadas, ou DeFi, tem sido tão intenso que a Chainalysis, que sempre divulga uma lista sobre os países que mais têm adoção de criptomoedas, lançou outra lista, para mostrar os países que mais têm adoção de DeFi’s.

Brasil e Argentina são as duas únicas nações sul-americanas na lista entre os 20 primeiros.

De acordo com o levantamento, a Argentina aparece na posição 16 da lista e o Brasil vem logo a seguir, na posição 17.

Estados Unidos, Vietnã e Tailândia, nessa ordem, lideram a lista.

Fonte: Chainalysis

DeFi se refere a uma classe de plataformas de criptomoedas descentralizadas que podem operar de forma autônoma sem o suporte de uma empresa, grupo ou pessoa central. 

Isso é possível por causa dos protocolos construídos em cima de blockchains com contratos inteligentes - principalmente a rede Ethereum - e podem cumprir funções financeiras específicas determinadas pelo código subjacente dos contratos inteligentes. 

De acordo com o levantamento, embora as preocupações permaneçam em torno das obrigações de segurança e conformidade do DeFi, ele representa um dos setores de crescimento mais rápido e mais inovadores da economia das criptomoedas. 

O estudo mostra, ainda, que de abril de 2019 até aproximadamente junho de 2020, a grande maioria do tráfego da web para os protocolos DeFi veio da América do Norte, com a Europa Ocidental adicionando uma porcentagem substancial e crescente a partir de setembro de 2019. 

Por volta de junho de 2020, a pesquisa mostra mais tráfego de outras regiões, especialmente na Ásia Central e Meridional, à medida que o valor total enviado para as plataformas DeFi aumenta.

Embora a China tenha se tornado um dos maiores países em volume de transações DeFi, a participação regional do Leste Asiático no tráfego da web do protocolo DeFi permanece baixa em comparação com sua participação no tráfego para serviços de criptomoeda centralizados.

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