Precificado em torno de US$ 71,6 mil (+0,1%) com alta acumulada semanal de 7,5% na manhã desta quarta-feira (30), o Bitcoin (BTC) pode ter iniciado uma pernada de alta para US$ 94 mil (+31%) até abril de 2025.
Foi o que avaliou esta semana no X o trader veterano Peter Brandt, depois que o BTC rompeu um padrão de máximas e mínimas mais baixas nos últimos dias, movimento que coincidiu com a chegada ao vértice de um triângulo invertido, antes de esbarrar em nova máxima histórica.
No entanto, Brandt, em uma sequência de publicações sobre o assunto, elencou mais de um possível padrão a ser seguido pelo benchmark.
“O triângulo invertido de expansão de cinco meses agora foi concluído. O acompanhamento será importante. O avanço pós-halving pode ter começado. A série de máximas e mínimas mais baixas desde março chegou ao fim”, observou.
B I T C O I N $BTC
— Peter Brandt (@PeterLBrandt) October 29, 2024
The 5-month inverted expanding triangle has now been completed
Follow through will be important
The post halving advance may have begun
The series of lower highs and lower lows since March has come to an end pic.twitter.com/lth9fLv0yt
Outra possibilidade, que levaria o Bitcoin a US$ 94 mil em abril, seria o rompimento do benchmark em relação a uma linha de suporte linear ou semilogarítmica.
“O alvo de US$ 94.000 é o movimento medido do triângulo projetado do nível de rompimento no semi-log”, explicou.
Apesar de considerar uma possibilidade exagerada, Peter Brandt citou outra projeção para 2025, que levaria o Bitcoin acima de US$ 105 mil (+46,5%), também em abril de 2025.
“Uma meta de oscilação também pode ser determinada projetando a mínima de novembro de 2022 para a máxima de março de 2024 para cima a partir da mínima de agosto de 2024, conforme mostrado também na escala logarítmica. Por enquanto, acho que isso é um exagero. Minha regra é uma meta de cada vez”, considerou.
Peter Brandt, que previu a máxima histórica de 2024 dois anos antes, também se debruçou sobre a curva formada pelo Bitcoin depois dos halvings, eventos marcados pela redução à metade das recompensas por novos blocos minerados de BTC, o que ocorreu em abril desse ano. Nesse caso, o preço da criptomoeda giraria em torno de US$ 130 mil a US$ 160 mil entre o final de 2025 e começo de 2026.
“Nenhum método de análise é infalível, mas deve-se notar que as máximas dos mercados de alta do passado se alinham muito bem contra uma curva parabólica invertida. Se essa tendência também continuar, a máxima deste ciclo de mercado de alta pode estar na faixa de US$ 130.000 a US$ 150.000”, salientou.
Na semana anterior, Peter Brandt alertou que o Bitcoin tem chance de atingir nova máxima histórica ainda este ano e apontou novo alvo para o ano que vem, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.