O Bitcoin (BTC) rompia a resistência de US$ 69,6 mil (+6,2%) no início da tarde desta segunda-feira (25) e se aproximava de uma resistência-chave apontada pelo especialista em criptomoedas brasileiro Diego Pohl, que pode favorecer um ciclo de alta em direção a US$ 84 mil (+17,3%), embora o especialista do canal Crypto Investidor também tenha apontado o comportamento do benchmark em caso de correção, em direção a US$ 56 mil (-19,5%).
Segundo ele, com o teste de suporte dos US$ 61 mil, o Bitcoin abre possibilidade para dois possíveis cenários para o curto/médio prazo, tendo como ponto-chave para definição de ambos os cenários a região de US$ 70 mil.
Avaliando um possível movimento corretivo a partir da rejeição da resistência de US$ 70 mil, dentro das ondas corretivas de Elliott (ABC), o especialista observou que:
“Caso ocorra uma rejeição do movimento de alta nessa região de resistência, poderemos ter uma onda C vindo testar a região dos US$ 59 mil a US$ 56 mil, finalizando assim o possível cenário de correção ABC em vermelho.”
Sob uma perspectiva otimista, ele traçou as ondas ascendentes (1,2,3,4,5) de Elliott para projetar uma possível nova máxima histórica.
“Caso ocorra o rompimento dessa resistência [US$ 70 mil], o Bitcoin continuará seu ciclo de alta, (movimento em preto), buscando como próximos alvos a região de US$ 75 mil a US$ 84 mil”, concluiu.
Gráfico do par BTC/USD. Fonte: Crypto Investidor/TradingView
Na última semana, o especialista em criptomoedas Arthur Driessen alertava que o Bitcoin corria risco de mais queda, mas poderia atingir nova máxima histórica antes do halving, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.