Grupo Bitcoin inserido em processo de bloqueio de R$ 470 mil segundo determinação judicial

O Grupo Bitcoin Banco foi incluído no polo passivo de uma demanda que pede bloqueio judicial de mais de R$ 400 mil em suas contas conforme determinação judicial publicada em 05 de julho no Diário de Justiça do Distrito Federal.

Na decisão o juiz determina que R$ 470.262,38 sejam também bloqueados na conta do GBB.

Em outra decisão, também publicada em 05 de julho, o juiz do Distrito Federal alega que a demora em apresentar uma solução, no caso do Bitcoin Banco, justifica a decisão de obrigar a empresa a pagar, em 5 dias, pouco mais de 0.13 BTC.

“O perigo na demora é evidente, pois já se passaram aproximadamente 30 dias desde a solicitação sem que nenhuma providência fosse adotada, de modo que o autor tem sido privado da quantia que lhe cabe e da possibilidade de aplicá-la em novos investimentos (...) defiro o pedido de tutela antecipada de urgência para determinar que a parte ré proceda à transferência do saque de 0,13701846 de uma unidade de bitcoin, fração pertencente ao autor, para o endereço de destino indicado na transação, no prazo de 5 (cinco) dias, sob pena de arresto”

Assim como as decisões de tutela antecipada foram decidas contrárias ao GBB, outras decisões publicadas em diversos tribunais pelo país, têm sido favoráveis a empresa.

Como reportou o Cointelegraph, recentemente,A Justiça do Espírtio Santo, bloqueou Porsche,  Maserati, BMW, Mercedes Benz e cerca de 11 caros de luxo que estariam supostamente em nome de Cláudio Oliveira, dono do Grupo BitcoinBanco.

Uma série de ações judiciais foram abertas contra o Grupo Bitcoin Banco, que já tem processos instalados em pelo menos 11 estados, São Paulo, CearáRio Grande do NorteMinas GeraisGoiásSergipeSanta CatarinaMato GrossoRio de JaneiroRio Grande do Sul e Distrito Federal. A grande maioria dos processos tem como causa o atraso que as plataformas do grupo tem apresentado para realizar saques dos usuários.

Em sua defesa a empresa alega que, o problema ocorre por conta de atividades maliciosas que ocorream na plataformas do Grupo e que os responsáveis pela fraude devem ser investigados pela Justiça.