Vanessa Almeida #5

Líder do setor de blockchain do BNDES

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Vanessa Almeida & Líder do setor de blockchain do BNDES
Residência Rio de Janeiro
Categoria Política
Formação UFRJ
Conhecido por Liderar o departamento de Blockchain do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES)
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Avançamos muito no debate sobre criptomoedas nos últimos 2 anos e acredito que ele tende a avançar ainda mais e mais rápido no mundo pós-pandemia

Bio:

Vanessa Almeida é cofundadora do BNDES Blockchain Lab e representante do Brasil no Blockchain Expert Policy Advisory Board da OCDE. Vanessa atua no desenvolvimento de projetos para aumentar a transparência do BNDES e contribuir para o avanço do ecossistema Blockchain no Brasil.

Mestre em informática e pós-graduada em desenvolvimento econômico e social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem mais de 15 anos de experiência em projetos de tecnologia e foi uma das líderes do programa de transformação organizacional do BNDES.

Faz parte da primeira turma do Columbia Women's Leadership Network in Brazil, que está construindo uma rede de mulheres líderes no setor público brasileiro. Sempre em versão beta, “acredita que inovação e empreendedorismo vão transformar o Brasil”.

O impacto do Covid-19 no mercado de criptomoedas

Acredito que a pandemia vai levar o mundo a refletir sobre a necessidade de descentralizar produção e poder, de forma a nos tornarmos mais resilientes a eventos que tenham impacto global.

Essa descentralização pode passar pelo mundo das finanças também, com o aumento da percepção de valor não só de native tokens, como o Bitcoin, mas também de tokens lastreados em ativos que podem fluir no sistema financeiro internacional com menos intervenção humana e menor necessidade de burocracia em papel.

O mercado global de criptomoedas daqui a 10 anos

Não é fácil responder a esta pergunta, porque vivemos num mundo com tantas mudanças e incertezas que não sabemos o que acontecerá na próxima semana.

Mas fazendo um exercício de futurismo, acredito que teremos várias moedas que serão usadas para o pagamento de serviços em diferentes plataformas, mas para o usuário final vão existir poucas moedas com as quais a nossa mente consiga lidar.

Os sistemas vão fazer as conversões e pagamentos de forma automática e transparente. Talvez daqui a 10 anos a unidade de valor com a qual os seres humanos vão lidar nem seja uma moeda do jeito que conhecemos, talvez seja o tempo. Afinal, não é essa a unidade de medida mais importante das nossas vidas?

O futuro para as criptomoedas no Brasil?

Acredito que avançamos muito no debate sobre criptomoedas nos últimos 2 anos e acredito que ele tende a avançar ainda mais e mais rápido no mundo pós-pandemia.

Seu papel na indústria de criptomoedas e blockchain

Meu papel está relacionado ao avanço da tecnologia blockchain no país, especialmente no setor público. Gosto de destacar que as aplicações da tecnologia Blockchain vão muito além das criptomoedas, embora hoje o Bitcoin ainda seja a aplicação mais conhecida.

Hoje represento o Brasil no grupo de especialistas em Blockchain da OCDE, espero no futuro poder cada vez mais mostrar como o Brasil está avançando no uso da tecnologia em vários setores.