Serguei Popov #17

Professor Universitário e Co-Fundador da IOTA

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Serguei Popov & Professor Universitário e Co-Fundador da IOTA
Residência Campinas - SP
Categoria Fundador
Formação Moscow State University
Conhecido por Co-Fundador da IOTA, uma das criptomoedas mais conhecidas do mundo
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A crise atual pode abrir boas oportunidades no médio prazo: com mais distanciamento social, trabalho à distância, etc., o interesse das pessoas nas soluções digitais e descentralizadas tende a aumentar.

Bio:

Serguei Popov é um matemático de pesquisa que trabalha no campo da teoria das probabilidades. Ele se formou e obteve seu Ph.D. na Universidade Estadual de Moscou, sob a supervisão do professor Mikhail Menshikov, com quem ainda colabora. Há cerca de 20 anos, se mudou para o Brasil para fazer um pós-doutorado e depois passou para o cargo de professor na Universidade de São Paulo e depois na Universidade de Campinas.

Serguei começou a se interessar por criptos no final de 2013, quando, depois de tropeçar em um artigo sobre Bitcoin, tornou-se um ávido leitor do Bitcointalk e descobriu um projeto inovador chamado Nxt, fundado por um usuário anônimo chamado BCNext, juntamente com a ajuda de Sergey Ivancheglo tcp (Come-from-Beyond). Popov alcançou notoriedade na comunidade Nxt depois de publicar uma breve nota com cálculos sobre o processo de geração de blocos no Nxt.

Então, quando chegou a hora de iniciar um novo projeto agora conhecido como IOTA, Sergey e David convidaram o professor de matemática para se juntar à equipe. Após meses de discussão (e tentativas fracassadas, até um pouco de desespero), essa equipe surgiu com os princípios atuais de design da IOTA e, como eles dizem: o resto é história.

O impacto do Covid-19 no mercado de criptomoedas

O impacto imediato é ruim -- a economia sofre, os pessoas têm menos dinheiro para investir, e por isso os ativos de alto risco (como as criptomoedas) sofrem a desvalorização. 

Mas pode abrir umas boas oportunidades no médio prazo: com mais distanciamento social, trabalho à distância, etc., cresce o interesse das pessoas nas soluções digitais e descentralizadas. 

Um bom exemplo são as iniciativas de combate ao coronavírus baseadas em blockchain que foram lançadas e estão sendo usadas atualmente.

O mercado global de criptomoedas daqui a 10 anos

Creio que vão sobrar poucos projetos grandes, que vão dominar a indústria toda. Não me arrisco a dizer quais, especificamente.

O futuro para as criptomoedas no Brasil

Honestamente, o Brasil só vai seguir o mundo - o que acontecer nos Estados Unidos e Europa, acontecerá no Brasil também.