Uma recente pesquisa realizada pela CryptoCompare descobriu que os volumes de derivativos baseados em criptomoedas alcançaram a marca histórica de US$ 602 bilhões ao longo do mês de maio, um aumento de 32% em relação a abril. 

O volume spot total aumentou 5%, para US$ 1,27 trilhão em maio, o que significa que os derivativos representavam 32% do mercado, em comparação com 27% em abril. A maior parte da negociação de derivativos veio das principais exchanges do setor: BitMEX, Binance, OKEx e Huobi.

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A Huobi foi a maior em volume de negociação de derivativos, com US$ 176 bilhões sendo negociados no mês passado, um aumento de 29% em relação a abril.

A OKEx e a Binance ficaram em segundo e terceiro, com US$ 156 bilhões e US$ 139 bilhões, respectivamente.

Os volumes de opções institucionais também atingiram níveis recorde em maio, com os volumes de opções da CME atingindo uma alta de 5.986 contratos sendo negociados em maio, representando 16 vezes o volume de abril.

O mercado de derivativos criptográficos explodiu nos últimos anos e o volume de negociação é agora dez a vinte vezes maior em comparação com o mercado à vista.

No entanto, a oferta de derivativos ainda é limitada, principalmente em bolsas regulamentadas. A CME tem sido uma das poucas plataformas de negociação estabelecidas a oferecer derivativos de criptoativos.

Opções e futuros oferecem oportunidades semelhantes: permitem que os traders gerem lucros a partir de futuros movimentos de preços. No entanto, eles diferem em termos de perfil de risco e funcionalidade. Ao contrário de um contrato de futuros, um contrato de opção não obriga o detentor da opção a comprar ou vender o ativo subjacente, mas apenas lhe dá a opção.

A tendência que se observa, segundo analistas é que o mercado de instrumentos financeiros está andando mais rápido que o mercado spot, típico das exchanges, que vendem a unidade ou frações de criptomoedas diretamente para o investidor. 

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