São Paulo sediará a maior conferência sobre cibersegurança corporativa do país

São Paulo irá receber a Mind The Sec São Paulo 2019, maior e a mais qualificada conferência corporativa brasileira sobre segurança da informação e segurança cibernética do país, promoverá, nos dias 17 e 18 de Setembro, segundo comunicado de imprensa compartilhado com o Cointelegraph em 02 de setembro.
 
Durante o evento cryptojacking de criptomoedas, malwares que roubam dados e outros ataques hacker serão abordados. Segundo a publicação um dos destaques da programação é o americano Chris Wysopal, co-fundador e CTO da Veracode, líder americana em serviços automatizados de proteção para aplicativos corporativos na nuvem.
 
Também estará presente no evento, Fernando Nery, fundador da Módulo S/A, membro do Comitê Gestor da Internet do Brasil e coordenador de equipes nos principais projetos brasileiros de implementação de governança, riscos, compliance e segurança cibernética, como Eleições Eletrônicas, o Sistema de Pagamentos Brasileiro, entre outros.

"O Brasil caminha para uma regulamentação mais madura e que define responsabilidades e penalidades pela incapacidade na gestão segura de dados de clientes e proteção da privacidade do brasileiro. Infelizmente, o cibercrime caminha mais rápido. É por isso que a troca de conhecimento entre os responsáveis por esses pontos é importante para garantir que os impactos econômicos sejam minimizados até a legislação conseguir acompanhar o cenário real das empresas", comenta Anderson Ramos, especialista em segurança da informação e CTO da Flipside, empresa idealizadora do Mind The Sec São Paulo.

Gestores de segurança da informação de empresas como Microsoft, Vivo Empresas, IBM, Dell, PagSeguro UOL, Marisa, Banco Original, entre outras gigantes internacionais e nacionais, estarão representadas no evento para discutir temas exclusivos e inéditos, em um ambiente que proporciona o networking de alto nível e a conclusão dos principais acordos do setor.
 
Segundo relatório global da Symantec, o Brasil é o terceiro país que mais recebe ataques cibernéticos em dispositivos conectados à internet. É comum que países como China e Brasil liderem os rankings devido ao número de pessoas conectadas à rede. No entanto, o Brasil subiu três posições no índice McAfee de segurança digital de 2018, comparado à 2017, mostrando que os prejuízos financeiros das empresas brasileiras por conta de crimes virtuais são de 10 bilhões de dólares (32,4 bilhões de reais) por ano. 

Como reportou o Cointelegraph, a empresa de segurança cibernética Varonis descobriu um novo vírus relacionado ao roubo de criptomoedas, apelidado de "Norman", que tem como objetivo extrair Monero (XMR) e evitar a detecção.

Segundo o relatório, Varonis encontrou Norman como um dos muitos vírus relativos a criptomoedas implantados em um ataque que infectou máquinas em uma empresa de médio porte.
Hackers e cibercriminosos implantam hardwares que roubam criptos para usar o poder de computação das máquinas dos usuários desavisados em mineração de criptomoedas como a moeda Monero, centrada na privacidade.