A rede Globo, uma das principais redes de telecomunicações do Brasil, por meio de sua afiliada no Piauí, a TV Clube, destacou que o uso de dinheiro físico pode ajudar na transmissão e propagação do Coronavírus e que cuidados devem ser tomados para evitar a transmissão da epidemia por meio do pagamento e recebimento em dinheiro. Isso não ocorre com pagamentos digitais como o Bitcoin.
"No dinheiro a gente encontra coliformes fecais, vírus e bactérias que podem resultar em diarreias, resfriados e infecções de pele. Há casos de tuberculose que vieram deste contato. E, agora, tem mais o Coronavírus", disse a reportagem.
De fato no ápice da crise do Coronavírus na China, o Banco Central da China determinou que o papel moeda do país deveria ser desinfectado e as notas que podem estar contaminadas, destruídas, como uma estratégia para conter o Covid-19.
Desta forma, os bancos precisaram lavar o dinheiro, literalmente, com raios ultravioletas e altas temperaturas, e então guardar as notas durante 7 a 14 dias antes de colocá las em circulação novamente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o coronavírus pode sobreviver em superfície de algumas horas a dias, dependendo do material.
Em meio a crise do Coronavírus que levou o Bitcoin a recuar mais de 50% nos últimos dias, no momento da escrita, aparentemente motivado pelo estímulo econômico anunciado pela União Européia o BTC registra uma forte valorização acima de 12% e está sendo cotado a US$ 5.806, mais de US$ 1 mil quando comparado ao menor valor registrado pelo criptoativo em sua baixa recente.