Após nova máxima histórica, que chegou próximo a US$ 69,3 mil na tarde anterior, o Bitcoin (BTC) era trocado de mãos por volta de US$ 66,6 mil (-0,2%) com alta acumulada semanal de 12,5% na manhã desta quarta-feira (6). O benchmark respondia por 52,4% de dominância de mercado, cujo market cap era de US$ 2,5 trilhões (-0,3%) enquanto o índice ganância recuava a 86% e algumas altcoins apresentavam picos de preços que chegaram a três dígitos percentuais nas últimas 24 horas.
A máxima histórica do BTC coincidiu com o alto fluxo de entrada líquida em fundos negociados em bolsa (ETFs, na sigla em inglês) baseados em negociação à vista (spot) de Bitcoin na terça-feira (5), quando dados da plataforma de monitoramento e pesquisa financeira SoSoValue apontavam US$ 648,38 milhões de entradas líquidas nos ETFs.
Em contrapartida, no mercado acionário, o clima foi de cautela pela divulgação de novos dados da macroeconomia esta semana. O que resultou no recuo de índices como S&P 500 e Nasdaq, encerrados em 5.078,65 pontos (-1,02%) e 15.939,59 pontos (-1,65%), respectivamente.
No terreno positivo das principais altcoins em capitalização de mercado, o AKT se convertia em US$ 4,61 (+8,6%), o FLOKI era transacionado por US$ 0,00015 (+7,5%), o TAO representava US$ 686,94 (+5,3%), o OP se transformava em US4 4,70 (+5,8%), o BEAM valia US$ 0,039 (+5,7%), o PEPE era comprado por US$ 0,0000079 (+5,2%) e o NEAR respondia por US$ 4,51 (+2,9%).
Na região retrátil, o BONK se liquidava por US$ 0,000034 (-12,5%), o SHIB se estabelecia em US$ 0,000036 (-12,2%), o FLR se equiparava a US$ 0,039 (-11,5%), o XEC era vendido por US$ 0,000068 (-11,2%), o ICP correspondia a US$ 14,18 (-11,6%), o 1000SATS era trocado por US$ 0,00064 (-11%), o DOGE se localizava em US$ 0,16 (-8,8%), o PYTH era comprado por US$ 0,60 (-9,4%) e o SEI representava US$ 0,72 (-9,4%).
De maneira geral, as altas de dois dígitos percentuais perdiam força. Nesse grupo, o AR se liquidava por US$ 34,35 (+17,7%), o UNI estava quantificado em US$ 15,59 (+16%), o APT se liquidava por US$ 13,91 (+13,4%), o RBN se localizava em US$ 1,16 (+47,8%), o SYN era trocado de mãos por US$ 1,72 (+25,3%), o MOG estava estimado em US$ 0,00000085 (+52,4%), o MTL estava precificado em US4 3,35 (+31,2%) e o SMOG valia US$ 0,16 (+40%).
Apesar de figurarem entre as principais quedas, as memecoins continuavam a protagonizar algumas das principais altas nas últimas 24 horas. Caso do Dogwifhat (WIF), uma memecoin da rede Solana, negociada por US$ 2,07% (+17,6%) com alta semanal de 170%.
O WIF foi listado no final às 11 horas (horário de Brasília) de terça-feira pela exchange de criptomoedas Binance a um preço de abertura de US$ 1 e acabou obtendo um pico de preço de aproximadamente 125%.
Gráfico de 24 horas do par WIF/USDT. Fonte: Captura de tela/Binance
Entre as novas listagens estavam o DEPD pela Bitget, COQ na Gate.io, VOYA na KuCoin, LEASH e CHAT na CoinEx e HEMULE e CAF na Poloniex.
Em relação ao LEASH, trata-se da memecoin que rivaliza com o DOGE e que atingiu US$ 1.000 no dia anterir ao subir 140% enquanto o Bitcoin ignorava Powell, Livro Bege e payroll, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.