A Nano Art Market anunciou aquisição da marca Tropix, plataforma de NFTs que recebeu investimento da exchange Mercado Bitcoin. Segundo informou a empresa, a operação visa posicionar a empresa como a maior plataforma online do mercado de arte do país.

Com a transação, a Nano Art Market passará a operar o marketplace Tropix e a W3Block continuará como fornecedor tecnológico da operação. As duas empresas receberam aportes recentemente; a Tropix divulgou 2 milhões de dólares por parte de diversos investidores, entre eles a 2TM, holding que controla o Mercado Bitcoin e que, recentemente, também anunciou investimento na Nano Art Market.

“Essa aquisição une duas empresas que acreditam na horizontalização do mercado de arte. Agora, passamos a contar com o maior hub de conteúdo de arte, presente em 11 plataformas diferentes: Instagram, Facebook, Youtube, TikTok, LinkedIn, Twitter, Podcast, WhatsApp, E-mail, Telegram e Discord, além da Escola Nano de Arte e Mercado, com mais de 400 alunos inscritos”, comenta Thomaz Pacheco, CEO da Nano Art Market.

Mercado de arte e criptomoedas

Além de comercializar as obras, a Nano Art Market conta com uma tecnologia própria para realizar toda a logística de envio das obras e atendimento ao cliente e, em breve, apresentará ao mercado um software próprio para organizar todo o acervo de obras - físicas e virtuais - de mais de 55 galerias parceiras.

Dentre elas, estão nomes como: Central Galeria, Galeria Jaqueline Martins, Lume Galeria, Zipper Galeria, Galeria Bolsa de Arte e Luciana Brito Galeria.

Fabio Szwarcwald, sócio da W3Block e da Tropix e que agora também passa a integrar o Conselho da Nano Art Market, afirma que o mercado de NFTs segue em expansão no Brasil devido à segurança e à transparência.

"Essa união cria a maior plataforma do mercado de arte no Brasil, e neste momento, restrinjo-me apenas ao alcance nacional, pois o nosso foco é nos consolidar como uma ferramenta essencial para o mercado de arte brasileiro, mas se olharmos para fora, ainda não há no mundo outra empresa que faz o que a Nano e a Tropix estão desenvolvendo. Esperamos que, muito em breve, o nosso alcance chegue na América Latina, EUA e quem sabe, globalmente.", afirma Pacheco.

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