Lampix cria banco de dados de imagens descentralizado baseado em Blockchain para AR/AI

Não é incomum no mundo dos negócios e da tecnologia encontrar um obstáculo, apenas para descobrir que muitos outros já chegaram ao mesmo lugar. Ficando juntos em frente a dificuldade, às vezes um único player cria uma solução que beneficia a todos. Esta é a história da Lampix.

Fundada por George Popescu, fundador da Boston Technologies, a Lampix iniciou a vida como uma plataforma para criar e construir sistemas de realidade aumentada (AR) que podem transformar qualquer superfície em uma superfície inteligente.

Imagine girar para qualquer superfície em uma sala e imediatamente transformando essa superfície em um computador via AR - ala Tom Cruise em Minority Report.

À medida que a equipe da Lampix continuou a desenvolver sua plataforma, eles descobriram que havia muitos em torno deles que estavam tendo os mesmos problemas - o acesso ao aprendizado de máquinas para AR e Inteligência Artificial (AI) pode ser quase insuperável sem recursos significativos.

À medida que as necessidades em torno deles cresciam, a equipe da Lampix decidiu colocar a tecnologia Blockchain para trabalhar, não só para si, mas para todos com os mesmos problemas.

A equipe percebeu que a tecnologia Blockchain era de utilidade única na criação da primeira rede de "mineração de imagens" para sistemas de visão por computador, como o produto original da Lampix. Eles decidiram que o próximo passo foi a criação de um banco de dados de bilhões de imagens de objetos do mundo real que são críticos para os sistemas AR.

À medida que começaram a considerar a interrupção dos modelos tradicionais de produção e distribuição de imagens através da tecnologia Blockchain, a empresa percebeu que a melhor maneira de criar um banco de dados grande o suficiente para atender as necessidades do mundo AR/AI era descentralizando a participação.

As grandes empresas com tais bancos de dados (Google e outros) tinham controle autônomo das imagens e poderiam proibir o uso de concorrentes, centralizar os lucros da base de dados e controlar o uso arbitrariamente.

A descentralização, no entanto, produziria uma base de dados em larga escala sem tais mecanismos de controle centralizados no local. As necessidades poderiam ser atendidas.

Conheça o PIX

A maior dificuldade em criar um banco de dados tão útil para os desenvolvedores não era a necessidade das imagens, mas a criação das próprias imagens.

Portanto, a equipe decidiu criar um crowdsale de tokens digitais, apropriadamente chamado de PIX, como forma de incentivar os criadores de imagens a carregar e compartilhar conteúdo no banco de dados, bem como desenvolver os aplicativos da Lampix.

Os usuários do banco de dados podem acessar as imagens por uma pequena taxa (em comparação com as cobranças de bancos de dados corporativos).

Além disso, os lucros podem ser redirecionados para o valor do token PIX, criando uma maneira de aumentar o incentivo para que os usuários participem.

A solução veio junto - um banco de dados descentralizado, criado para pessoas e pelas pessoas, com um mercado interno de desenvolvedores de AR/AI pronto para usar o sistema.

Lançamento do token do crowdsale

Atualmente, a empresa está realizando o lançamento do crowdsale do seu token (CLT) para iniciar o novo sistema.

Os investidores têm a chance de entrar no começo deste sistema comprando PIX durante o CLT. O CLT terminará no sábado 19 de agosto às 12:00 UTC.

O white paper, demonstrações de produtos e informações sobre a equipe e o CTL estão disponíveis em seu website.