Nesta quarta-feira (10), a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) aprovou os primeiros ETFs ligados ao preço de varejo do Bitcoin (BTC) do país. Dentre os fundos, está o Hashdex Bitcoin Futures ETF (DEFI), que recebeu aprovação para a converter seu produto em um ETF de BTC e passa a se chamar Hashdex ETF Bitcoin (DEFI). O fundo já era negociado nos EUA desde 2022.
A gestora avalia sua participação nesse importante desenvolvimento do mercado de criptomoedas como uma consolidação de sua “posição como um dos principais players globais de cripto”.
“Mais que um grande avanço regulatório nos EUA, o lançamento do ETF Spot de Bitcoin representa uma conquista para todo o ecossistema de ativos digitais. Estamos contentes em participar deste momento histórico e mais uma vez podemos afirmar que a Hashdex está na vanguarda global do mercado de fundos regulados de cripto”, comenta Marcelo Sampaio, CEO da Hashdex.
O Hashdex Bitcoin Futures ETF (DEFI) foi o primeiro ETF de futuros de Bitcoin lançado na NYSE sob o Securities Act de 1933, que permite que fundos invistam em ativos que não são considerados valores mobiliários, como é o caso do Bitcoin. O produto foi desenvolvido em parceria com a Tidal, gestora americana de fundos de investimento.
No Brasil, a Hashdex faz a gestão do segundo maior ETF da B3 em número de cotistas, o HASH11, que é também o primeiro ETF de criptomoedas da América Latina. Em setembro de 2023, o CoinGecko publicou um relatório que classificava o HASH11 como o maior ETF do mundo em total de ativos, e o terceiro maior produto de cripto negociado em bolsa global.
“O ETF Spot nos EUA marca um novo ciclo do mercado cripto, mas acreditamos que ainda há muito o que se conquistar. Estamos confiantes e muito animados em continuar a crescer e trabalhar muito para oferecer aos investidores, não só no Brasil, mas no mundo, os melhores caminhos e oportunidades de investimento cripto de forma simples e regulada”, conclui Sampaio.