Empresa de economia compartilhada para aviação executiva começa a aceitar pagamentos em Bitcoin no Brasil

A empresa de aviação executiva e economia compartilhada Flapper fechou parceria com a fintech brasileira Warp Exchange para passar a aceitar pagamentos em Bitcoin (BTC) para vôos fretados ou por assento. A informação foi revelada pelo portal especializado em notícias de aviação Pan Rotas.

Segundo a matéria, a solução de pagamento foi lançada durante o carnaval deste ano, período de grande utilização do aplicativo da Flapper, disponível em iOS e Android, que é especializado em flight-sharing. As rotas que já teriam recebido pagamentos em criptomoedas nas rotas com aeronaves executivas entre Rio de Janeiro e São Paulo, Angra dos Reis e São Paulo, e Rio de Janeiro e Búzios.

O chief technology officer (CTO) da Flapper, Arthur Virzin, falou que a iniciativa é um “teste” para a empresa e descreveu o período de lançamento da nova solução de pagamento como “cenário perfeito”:

“Embora ainda não saibamos para onde o frenesi do bitcoin levará o Brasil nos próximos anos, acreditamos que este é o momento de começar a testar e analisar o comportamento do usuário. A alta demanda nos feriados de carnaval e para o Rio de Janeiro criou um cenário perfeito para esse lançamento.”

A reportagem da Pan Rotas também reproduziu uma declaração do CEO da Warp, Mateus Teixeira, que disse que a parceria reflete o “mindset” da empresa e que “aceitar bitcoins como forma de pagamento não é só uma melhora no atendimento ao cliente, é um posicionamento que condiz com a visão de futuro da empresa”.

A Flapper, segundo seu site oficial, oferece uma solução de economia compartilhada para vôos executivos com agilidade e transparência. A empresa esclarece que não opera nenhum dos vôos, apenas oferece “ferramentas para os clientes terem acesso aos melhores operadores e, assim, agendarem um vôo”.

 Já a Warp é a empresa responsável por uma plataforma de pagamento baseada em blockchain para possibilitar “que qualquer estabelecimento comercial aceite criptomoedas em suas vendas, da mesma maneira que aceita uma bandeira de cartão de crédito tradicional".