Empresa brasileira sem fins lucrativos, Blockum é apresentada como a segunda rede de negócios blockchain do mundo

Nota: Esta matéria foi corrigida em 19 de novembro.

No mês de outubro, foi lançado o segundo ecossistema de gerenciamento de negócios blockchain do mundo, a Blockum. Brasileira e vinculada à GoldOfir, o ecossistema tem o objetivo de se tornar a maior rede de blockchain do mundo em 2021, com mais de 50 mil nós validadores e cita ter como associados o Instituto de Pesquisas Energética e Nucleares (IPEN), UEL e PUCPR.

Após o grande sucesso da Alastria - primeiro ecossistema de blockchain do mundo, lançado na Espanha, que em 2 anos já conseguiu mais de 500 membros colaborando em sua rede, dentre eles, Santander, SAP e Telefónica - a Blockum lançou seu lançamento no Brasil, com objetivo de oferecer um ambiente independente de cooperação entre governo, empresas e pessoas físicas.

Guilherme Canavese, COO da Goldofir LLC e um dos cofundadores da Blockum, diz no texto de lançamento que o projeto já conta com grandes nomes como IPEN, Universidade Estadual de Londrina, PUC de Paraná, Sercomtel e outros associados.

A ideia por trás de redes como essas é a de que, certos gargalos como a demora em determinadas operações por causa da pouca escalabilidade dos sistemas interligados ainda é relativamente comum no uso de blockchain. Porém, ao se utilizar um ecossistema de redes de blocos, há uma maior escalabilidade, diminuindo a possibilidade de tais problemas.

A assessoria da Blockum entrou em contato com o Cointelegraph para corrigir algumas informações desta matéria, que ressaltava a dificuldade de encontrar informações mais precisas sobre a atuação da empresa. Diz a assessoria:

 

"A Blockum esclarece que para obter maiores informações sobre a associação basta enviar uma mensagem para o contato disponibilizado no seu site ou preencher um breve cadastro pela aba “Junte-se a Nós”. A organização esclarece que em nenhum momento recebeu esta solicitação em seus canais de atendimento – site, WhatsApp, e-mail, redes sociais ou mesmo via assessoria de imprensa. Entre as redes sociais, atualmente apenas o Facebook está ativo.

 

É importante esclarecer também que a Blockum é uma nova iniciativa, um ecossistema sem fins lucrativos que visa compartilhar infraestrutura de Blockchain entre os associados. Como associação sem fins lucrativos, ela é composta por um conselho de cerca de 20 membros. Apesar de fundada pela Goldchain, a entidade não possui um dono específico justamente por ser uma associação. Por conta deste formato e por ter sida lançada há pouco mais de um mês, muitas decisões em relação a sua operação ainda estão sendo tomadas."