Principal criptomoeda do mundo, o Bitcoin, com apenas uma década de existência e alta volatilidade, vem acumulando ganhos impressionantes nos últimos anos. Mesmo com a queda de mais de 50% desde sua alta histórica em 2017, o ativo digital ainda ocupa o 30º lugar entre as moedas mais importantes do mundo.
O Bitcoin teve um histórico conturbado desde o seu nascimento - de quase nenhum valor em 2009, o ativo digital subiu para US$ 20.000 em 2017 e caiu para US$ 3.000 em 2018, antes da recuperação para mais de US$ 13.000 em 2019.
O macro investidor Dan Tapiero revelou que o Bitcoin já é a 29ª maior criptomoeda do mundo em capitalização de mercado e superou o valor de algumas principais moedas fiduciárias, como o peso colombiano e o dólar da Nova Zelândia.
Tapiero apresentou uma representação gráfica interessante da oferta monetária M2 das principais moedas do mundo. Vale ressaltar que M2 inclui dinheiro em circulação, depósitos de poupança, fundos mútuos do mercado monetário e outros depósitos.
Com base no M2 de moedas, o yuan chinês é classificado como o maior, com um valor de mercado de US$ 28.011 bilhões, seguido pelo dólar americano com um valor de mercado de US$ 14.521 bilhões.
Apesar de ter somente dez anos de existência, o Bitcoin garantiu seu lugar na macro economia. Atualmente, a capitalização de mercado do Bitcoin é de aproximadamente US$ 175 bilhões. Notavelmente, esse número é bem inferior ao seu pico de capitalização de mercado.
Em dezembro de 2017, durante a febre de criptomoedas, quando o bitcoin estava sendo negociado a US$ 20.000, sua capitalização de mercado estava um pouco acima de US$ 320 bilhões.
Conforme lembrado por Antony Pompliano, da Morgan Creek, o Bitcoin tem se mostrado o melhor ativo dos últimos dez anos. Para se ter uma idéia, apenas três anos atrás, quando o Bitcoin era negociado a US$ 500, o ativo digital valia vinte vezes menos que hoje.
Apesar de já ter conquistado um lugar de destaque na macro economia internacional, o Bitcoin ainda está no início de sua jornada. O ativo digital surgiu em 2009 e é mais novo que empresas como Facebook (2004) e Twitter (2006). Como publicado pelo Cointelegraph, o apresentador americano Joe Kernen comparou o ativo digital à Amazon nos anos noventa.