O mercado de criptomoedas no Brasil está com diversas novidades, entre elas, está a Bitget que anunciou o lançamento da estratégia CTA (Commodity Trading Advisor) com um robô à base de IA.
CTA (Commodity Trading Advisor) é uma estratégia aplicada principalmente a futuros de commodities e futuros de índice de ações. A estratégia, segundo a Bitget, oferece aos usuários um sistema de trading de índice desenvolvido para capitalizar oportunidades de trading de curto prazo usando tendências de preço e volume.
As estratégias de trading Turtle, MACD e BOLL Mean Reversion são algumas das abordagens comuns incorporadas.
“Nosso objetivo é capacitar os usuários com ferramentas de ponta que simplifiquem sua experiência de trading de criptomoedas. As estratégias CTA-IA colocam o poder de estratégias sofisticadas na palma das mãos de todos os traders, não importando o nível de experiência que têm ou o quão avançados são", disse Gracy Chen, diretora administrativa da Bitget.
Porto Alegre cresce em adoção no uso de Bitcoin
A Go BTC vem expandindo a adoção do Bitcoin em Porto Alegre capacitando empreendedores e estabelecimentos comerciais a integrarem a rede Bitcoin em suas operações. Por meio do Treinamento Go BTC, os participantes têm a oportunidade de aprender os benefícios do Bitcoin, como redução de taxas, segurança avançada e alcance global, além de receberem suporte técnico e orientações práticas para implementar o Bitcoin como forma de pagamento em seus negócios.
Outra iniciativa é o *Programa Acelera Go BTC que tem como objetivo impulsionar a adoção do Bitcoin em estabelecimentos locais, tornando-os aptos a receberem Bitcoin como pagamento. Cada 21.000 satoshis doados ativam um novo negócio.
Graças a essas iniciativas Porto Alegre agora está na 4ª colocação do btcmap.org, um mapa interativo que rastreia a adoção do Bitcoin em escala global.
Além disso, a Go BTC anunciou o Evento Bitcoin nos Negócios, um encontro que reunirá empreendedores, especialistas e entusiastas do Bitcoin para discutir e explorar o papel do Bitcoin no ambiente empresarial.
"Estamos entusiasmados com o progresso que alcançamos em Porto Alegre e com o impacto positivo que estamos gerando na economia local", disse Diogo Mury, Fundador da Go BTC.
Tokens de Roberto Carlos
Roberto Carlos, vencedor da Copa do Mundo, anunciou o lançamento de seus tokens de celebridade, em 05 de agosto, na Most.Fan. Os fãs poderão trocar os tokens de celebridade por atividades como café da manhã de negócios, chamadas de vídeo ou visita a um jogo de futebol, ou mantê-los na expectativa de aumentar seu valor.
"Cada dia, eu e muitos dos meus amigos recebemos milhares de pedidos dos fãs e simplesmente não temos tempo para lidar com isso. Esse projeto eliminou todas as rotinas, trazendo grande valor para mim e meus fãs", disse Roberto Carlos.
O ecossistema da Most.Fan consiste no Launchpad, onde os tokens de celebridades são emitidos antes de serem listados na empresa a um preço fixo. Todos os tokens sociais emitidos no ecossistema da Most.Fan podem ser comprados e vendidos na Most.Fan Exchange.
"Em nossa plataforma, cada celebridade em ascensão tem uma comunidade grande e engajada de fãs para alavancar as vendas de interações e benefícios exclusivos, garantindo o crescimento sustentável da economia pessoal. Assim, nos associamos diretamente a agências de celebridades e projetamos um processo para auditar o potencial esperado de cada estrela", disse o CEO da Most.Fan, David Atterman.
Bradesco
O Bradesco disponibilizou uma nova funcionalidade na BIA, Bradesco Inteligência Artificial, com o objetivo de prevenir golpes e fraudes via Pix. Caso uma transação Pix fique retida para análise de segurança, a BIA contata o cliente por WhatsApp para confirmar a operação. Se o correntista reconhecer a transação, ela é liberada em instantes. Caso desconheça, o Pix é cancelado.
Este mesmo modelo de prevenção já é utilizado, desde abril do ano passado, na confirmação de gastos com cartão de crédito. A estimativa do banco é que mais de R$ 96 milhões em fraudes foram evitadas pela BIA, que utiliza uma conta oficial no WhatsApp com selo de verificação.
“Antes da confirmação com os clientes, avaliamos diversas variáveis que vão desde o histórico e perfil do cliente, valor da transação, até a conta do beneficiado”, aponta. “A BIA se mostrou uma ferramenta fundamental em transações de segurança”, disse o Diretor de Segurança Corporativa do Bradesco, José Gomes Fernandes,
Elo
Outra novidade é da Elo que anunciou a prorogação das inscrições para o Elo Conecta e outra novidade no programa que é o Desafio de Monitoramento de transações em redes blockchain. Na prática, as startups terão que apresentar soluções de supervisão e auditoria de transações em redes de registros distribuídos como criptomoedas e ativos digitais, com foco em clientes B2B e B2B2C.
“As soluções originadas de nosso desafio vão nos permitir identificar padrões e tendências de suma importância para verificar a possível existência de atividades suspeitas em nossas atividades, pensando aqui em produtos ou serviços em fase interna de validação”, afirma Duda Davidovic, superintendente de Inovação da Elo.
Após a seleção inicial, o primeiro grupo de projetos terá que lidar com os desafios relacionados às tecnologias de blockchain e suas derivadas, mais especificamente: redes, tokens, validadores, DeFi, Oracles, interoperabilidade, segurança e outros aspectos relevantes. É fundamental que as startups tenham conhecimento especializado neste campo.
“A segunda novidade é que a partir deste segundo semestre, a Elo vai expandir o escopo, antes orientado à startups em Early Stage (estágio inicial), para abranger startups de qualquer tamanho e estágio de maturidade”, reforça a head de Inovação da Elo.
Os Cinco Pilares do Desafio de Monitoramento de Transações em Redes Blockchain
- Soluções de segurança que possam garantir a integridade e a confidencialidade das transações realizadas em redes Blockchain.
- Verificação e validação de transações que possibilitem a verificação rápida e precisa das transações realizadas em redes Blockchain.
- Monitoramento em tempo real que forneçam visibilidade e transparência sobre as transações em redes Blockchain.
- Experiência em clientes B2B que as startups tenham experiência em atender empresas e organizações do setor.
- Conhecimento em tecnologias Blockchain em nível avançado, com especial atenção às características da blockchain e seus elementos associados, como redes, tokens, validadores, Defi, Oracles, Interoperabilidade e Segurança.
AmFi
Outra novidade é da AmFi que anunciou que anunciou crescimento de 41% ao mês com o lançamento de 7 novos pools a expectativa é de faturar mais de R$ 1 milhão, além de alcançar mais de 500 investidores e aproximadamente 20 originadores.
“O ano de 2023 até aqui foi sem dúvida um dos momentos mais desafiadores que vivenciamos como empreendedores nos últimos 10 anos. Teve crise de crédito, de startup (com Silicon Valley Bank), na economia global (com alta da taxa de juros nos EUA e inflação em diversos países), na Web3 (com os resquícios do case FTX). Porém, toda essa turbulência passou a comprovar o modelo do nosso negócio”, afirma o CEO e cofundador, Paulo David.
Para o restante de 2023, a estimativa é de lançar mais 12 pools, além de realizar ofertas públicas por meio da plataforma da AmFi de crowdfunding, que deve ser aprovada pela CVM em breve. Além disso, a fintech abrirá operações para investidores estrangeiros, com a estrutura offshore, e criará também a estrutura de Pool of Pools (PoP), voltada para investidores institucionais que querem alocar em múltiplas operações ao mesmo tempo.
“O Brasil, o mercado de capitais e o de crédito dão todos os indícios de reaquecimento e de diminuição da turbulência. Isso é espetacular, pois se conseguimos crescer nessas condições tão adversas, temos a expectativa de continuar colhendo os frutos ao longo dos meses”, completa Paulo.
Bitso
O mercado de criptomoedas tem experimentado um crescimento significativo nos últimos anos e, junto a esse crescimento, um dado relevante tem chamado a atenção: o aumento da participação feminina. Uma pesquisa recente realizada pela Bitso, revelou que as mulheres estão ganhando espaço no mundo das criptomoedas.
Segundo os resultados do estudo, 71% do público feminino alocam mais de 3% de seus investimentos nesse mercado. Além disso, 45% delas desejam adquirir mais moedas digitais nos próximos anos.
Além disso, o estudo aponta que elas não apenas demonstram interesse nos criptoativos, como também estão dispostas a alocar parte significativa de seus investimentos nesse segmento, o que evidencia o potencial para uma participação cada vez mais ativa e impactante no cenário financeiro do futuro.
A crescente participação feminina no mercado de criptomoedas tem trazido diversos impactos positivos para o setor. A entrada de mais mulheres como investidoras contribui para uma maior diversificação dos perfis de investidores, o que pode trazer maior estabilidade e equilíbrio ao mercado.
A presença delas também pode estar associada a um maior interesse por projetos e moedas digitais que tenham um propósito social ou ambiental, levando a uma maior preocupação com a sustentabilidade e responsabilidade dos investimentos.
“Apesar da maioria dos usuários de cripto ainda ser composta por homens, quando se olha para frente, há uma clara tendência de que as mulheres farão diferença no futuro do segmento. Ao mesmo tempo que ganham cada vez mais relevância no mercado de trabalho e independência financeira, elas também estão demonstrando maior entendimento sobre a dinâmica de rentabilidade e os ciclos de alta e baixa do mercado, e estão dispostas a investir mais do seu patrimônio em cripto”, declara Analía Cervini, VP de Comunicação da Bitso.
Quando se trata do protagonismo feminino no mundo das criptomoedas, o Brasil se destaca como um verdadeiro líder. Segundo dados da pesquisa organizada pela Forex Suggest, nosso país está entre as 10 nações com o maior percentual de mulheres investidoras de moedas digitais, com 6,63% da população feminina possuindo algum tipo de ativo digital.
Esse dado representa mais de 7 milhões de mulheres brasileiras envolvidas no mercado cripto, evidenciando um crescimento notável da participação delas nesse setor em solo brasileiro.
A liderança do Brasil nesse aspecto reflete o interesse crescente das mulheres por investimentos mais flexíveis e tecnológicos, bem como o avanço das discussões sobre igualdade de gênero no universo financeiro. Com cada vez mais mulheres abraçando o mundo dos ativos digitais, o país se consolida como um exemplo inspirador para outras nações, impulsionando uma maior diversificação de investidores nesse mercado em constante evolução.
Airdrop da NYM
A NYM, anunciou seu 1º Giveaway para a comunidade Web3 brasileira, oferecendo a chance de ganhar tokens NYM e fazer parte do projeto. Para participar do Giveaway, os interessados devem completar missões seguindo as instruções fornecidas pela NYM.
Cada missão completada renderá pontos XP, que serão acumulados para determinar os vencedores. Quanto mais XP os participantes acumularem, maiores serão suas chances de ficarem no topo do placar.
"Estamos animados em oferecer aos participantes a oportunidade de se envolverem na construção de uma internet mais segura e protegida. Acreditamos que a privacidade é um direito fundamental e, com a NYM, queremos capacitar os usuários a protegerem suas informações pessoais", disse Daniel Vazquez, Head of Growth NYM.
ABCripto
A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) anuncia a chegada da Ambify, plataforma desenvolvida pela Ambipar Group que conecta o setor à economia mais verde e de baixo carbono, como nova associada da entidade. Bernardo Srur, diretor-presidente da ABCripto, celebra a associação e parceria com a Ambify em prol de um setor mais limpo e verde.
“A ABCripto se orgulha em receber a Ambify, que trará um sistema financeiro mais sustentável, justo e resiliente para todos. Ainda, nossa parceria fortalece a visão que a ABCripto acredita no futuro verde e digital, por isso, neutralizamos nossas emissões de carbono - dos nossos trabalhos, eventos, escritórios, ações e deslocamentos - por meio da tecnologia cripto da Ambify."
Além da Ambify, a ABCripto tem como membros: Foxbit, Mercado Bitcoin, NovaDAX, Z.ro Bank, Travelex Bank, Uniera, OWS Brasil, Ripio, Bitso, Deloitte, VDV Advogados, KPMG, Chainalysis, 99Pay, VBSO Advogados, Hachi Investiments, Coinext, Vórtx QR Tokenizadora, Mastercard, Grupo GCB, PeerBR, Zero Hash, Bitybank, LIQI, Itaú Unibanco, Socios.com, Chiliz, Grupo Bancário Cainvest e Declare Cripto.
B3
Quem também está com novidades é a B3 que passa a negociar títulos públicos federais no mercado secundário por meio da nova plataforma Trademate, sistema para a negociação eletrônica de ativos de renda fixa desenvolvido totalmente em nuvem e que substituirá a plataforma de negociação Trader.
Os primeiros produtos negociados no Trademate são os títulos públicos federais indexados NTNB, LFT e NTNC; títulos públicos pré-fixados LTN e NTNF; e operações casadas. Os demais produtos serão inseridos em fases, que se estenderão até o primeiro semestre de 2024.
Na segunda etapa, serão migrados os seguintes produtos: Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), Cotas de Fundos Fechados (CFF), Debêntures e Crédito de Descarbonização (CBIO). As Notas Comerciais (NC), Letras Financeiras (NF) e demais valores mobiliários de emissão pública serão inseridos na plataforma em fases suplementares.
“Estamos construindo um ambiente único para a negociação de ativos de renda fixa, totalmente integrado com os mercados de derivativos e de pós negociação. Vamos entregar um sistema completo, com maior disponibilidade, acesso simplificado, transparência e com processos de negociação mais rápidos”, afirma Afonso Rossatto, Head de Produtos de Renda Fixa na B3.
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