Com nomes famosos do mundo cripto, TV Band exibe programa destacando vantagem das criptomoedas

O programa Dinheiro em Foco, da TV Band, apresentado pela jornalista Fabiana Panachão, teve uma edição reunindo nomes proeminentes do mercado de criptomoedas, exibido no último dia 27 de julho.

Nesta edição, a apresentadora recebe duas figuras proeminentes do universo cripto do Brasil: Fabricio Tota, diretor do Mercado Bitcoin, e a especialista em blockchain da Atlas Quantum, Solange Gueiros.

O programa lembra que "1,5 milhão de brasileiros já investe em Bitcoin, a mais conhecida entre as criptomoedas", ressaltando que o número já supera os investidores da Ibovespa.

Entre os temas abordados, os convidados e a apresentadora falaram sobre as diferenças do investimento em criptomoedas e no mercado financeiro, o domínio do Bitcoin no mercado, descentralização, segurança jurídica, adoção entre a população média, a stablecoin Libra, do Facebook, e desafios para a indústria no Brasil.

Sobre a liquidez do mercado, o diretor da Mercado Bitcoin lembra que as oscilações representam riscos a curto prazo para os investidores, mas a oportunidade de diversificaçãomédio prazo podem trazer ganhos significativos.

"Ainda que o Bitcoin não seja uma empresa, ele te traz uma oportunidade de investimento em uma tecnologia disruptiva, inovadora e com um potencial gigantesco de valorização".

Solange Gueiros concorda, lembrando que, diferente do mercado de ações, em que as ações são ligadas a empresas, que estão sujeitas à falência, o Bitcoin praticamente não corre riscos de seguir este caminho.

"Empresas podem falir. Já para o Bitcoin, a probabilidade dele desaparecer é praticamente zero."

Finalmente, os convidados do programa defendem que o mercados brasileiro e mundial deve adotar cada vez mais as moedas digitais, e que este é um caminho sem volta.

"O principal driver de valorização do Bitcoin e de outras criptomoedas é justamente a adoção. Quanto mais os bancos, as pessoas e as empresas encontrarem nas criptomoedas um potencial de investimento, talvez não no ritmo de 2017, que talvez não tenha sido saudável, isso vai crescer e vai tomar corpo para o futuro", completou Fabricio Tota.