Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, publica o Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT)

O Presidente da Republica do Brasil, Jair Bolsonaro, publicou um decreto presidencial estabelecendo normas e instituindo o Plano Nacional de Internet das Coisas, conforme publicação no Diário Oficial da União (DOU), hoje 26 de junho.

Segundo o documento a finalidade é "implementar e desenvolver a Internet das Coisas no País e, com base na livre concorrência e na livre circulação de dados, observadas as diretrizes de segurança da informação e de proteção de dados pessoais", segundo o texto que também discorre sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas".

Internet das Coisas esta intimamente ligada a blockchain e criptomoedas e especialistas no setor tem indicado que a publicação do presidente pode ajudar a estimular o setor no Brasil.

"A medida que a IoT se expande, cresce também a necessidade de se utilizar medidas seguras e automatizadas de se habilitar esses dispositivos a redes e processos. O blockchain entra nesse cenário para garantir a proteção dessas comunicações, evitando que os dispositivos IoT sejam comprometidos por ciberataques e evitar que padrões comportamentais dos usuários sejam revelados", destacou Flavio Maeda, Presidente da Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc)

Maeda ainda destacou que "O estudo para o Plano Nacional de IoT foi muito bem feito e agora todas as ações e políticas públicas que dependiam da assinatura deste decreto serão habilitadas e executadas"

Como reportou o Cointelegraph, o Fórum Econômico Mundial (WEF) anunciou a formação de seis “conselhos da quarta revolução industrial” que, separados, irão trabalhar na orientação de novas políticas de tecnologia. 

Os conselhos pretendem ajudar os reguladores a regular a inteligência artificial, mobilidade autônoma, blockchain, drones, internet das coisas e a medicina de precisão. Os conselhos - supostamente compostos por mais de 200 líderes dos setores público e privado, sociedade civil e academia - também se reunirão regularmente para abordar a ausência de regras claramente definidas.