O preço do Bitcoin passou a última semana testando suportes mais baixos, depois da ascensão que vinha acontecendo desde setembro ter sido interrompida depois da máxima histórica de US$ 69.000.

Desde então, a criptomoeda cedeu terreno para um eventual mercado de baixa, passando na última semana dos US$ 64.000 para os atuais US$ 57.000, suporte importante a ser defendido para que a correção não se acentue.

Em 19 de novembro, a moeda chegou a US$ 55.600, menor preço do BTC em mais de um mês, mas se recuperou logo depois.

Apesar disso, o colunista do Cointelegraph Rakesh Upadhyay alertou que o nível de US$ 60.000 pode atuar como resistência agora.

Para ele, se o BTC perder o suporte atual, pode mergulhar até US$ 55.000 e entrar definitivamente em um mercado de baixa. Já se romper os US$ 60.000, a próxima parada é testar a máxima de US$ 69 mil.

Na semana passada, porém, o especialista do CT Marcel Pechman indicou que o suporte de US$ 55 mil pode ter sido o fundo para os preços do BTC.

Já existe, entre os analistas de mercado, teorias sobre a correção das criptomoedas nas últimas duas semanas. A principal explicação é de que as políticas monetárias do governo Joe Biden estão levando a uma valorização do dólar, e por consequência enfraquecendo o preço dos criptoativos.

No Brasil, com o real amargando uma desvalorização constante desde 2020, o Bitcoin é negociado nesta segunda-feira perto dos R$ 323.000, depois de abrir a última semana em R$ 360.000.

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