11h
Marco Aurélio Camargo, CIO da Vault Capital
Iniciamos a semana e o mês exatamente dentro do “cenário de baixa" que já vínhamos desenhando: a perda dos US$ 90.700, seguida de um retorno aos nossos desvios de US$ 88k–86k. Essa região não é confortável para os compradores, porque quanto mais o preço se aproxima dela, mais próximo também ficamos das áreas verdadeiramente frágeis do ciclo, especialmente a zona dos US$ 80 mil.
A perda desse patamar abriria precedentes para quedas mais profundas em US$ 78 mil a US$ 74 mil, o que naturalmente aumenta o estresse psicológico e técnico do mercado. 01/12/25 1 Os dados da Glassnode apenas reforçam aquilo que já estava evidente no gráfico: a região dos 80k se tornou crucial para os investidores.
Após a queda para esses níveis, formou-se um novo agrupamento de preçosbase, um pocket claro de acumulação recente. Esse bloco agora aparece como uma das zonas mais densas no mapa de calor, sinalizando que existe demanda real e compradores dispostos a defender esse nível. Quanto à forte queda entre o fechamento de domingo e a abertura do mês, muitos atribuíram o movimento ao tema do juro japonês.Honestamente, essa narrativa parece mais ruído do que causa real.
O mercado já convive com essas discussões há semanas. O que realmente pressionou o preço foi a combinação de baixo volume, seguida por uma entrada repentina de volume vendedor + liquidações forçadas, o que acelerou a queda e empurrou o BTC rapidamente para os suportes inferiores.
Agora, o foco total está no evento mais importante da semana: o discurso de Jerome Powell. O Fed finalmente vai soltar o freio de mão.Foram três anos drenando liquidez do sistema, e isso funciona como um peso constante em cima de todos os ativos de risco. A partir de hoje, essa drenagem para, e isso, por si só, já muda o ar do mercado.Quando o Fed para de puxar dinheiro para fora, a resistência estrutural some.
O mercado não precisa de um mega fluxo comprador para andar, ele simplesmente deixa de ser travado. Agora, o ponto-chave: Powell fala hoje. Esse é o evento da semana. O mercado já está precificando corte de juros em dezembro, então o discurso dele vai dizer se esse cenário segue de pé ou se precisamos recalibrar tudo.
É bem simples: Se ele bater na tecla da inflação
→ o mercado escorrega.
• Se ele der mais peso ao lado do emprego
→ o mercado respira e sobe.
Se vier uma sinalização real de que os cortes estão no radar, podemos sim ver um dezembro verde. Até lá, seguimos trabalhando com o que temos. E onde isso nos deixa no Bitcoin?
Aqui, o que importa é defesa de nível. Qualquer fechamento abaixo de US$ 86 mil acende o alerta para um novo teste na região dos 80 mil, que é o ponto crítico do ciclo.
O movimento ideal no curto prazo é claro e objetivo: 1. recuperar US$ 88k, 2. avançar para US$ 91.400, 3. depois US$ 93.500,e finalmente US$ 95k, onde a estrutura fica mais sólida para pensar em retomadas maiores. MACD diário: positivo MACD 4h: negativo Ou seja: No diário, a tendência ainda é de fundo em construção / recuperação, o movimento maior continua apontando para cima.
No 4h, estamos numa perna de correção dentro dessa estrutura maior, o que é totalmente normal depois de uma alta forte. Quando a gente olha o MACD, o quadro fica mais claro: No gráfico diário, o MACD segue positivo, mostrando que a estrutura maior ainda não virou para uma tendência de baixa “oficial”.
É aquele cenário clássico de mercado tentando construir fundo: volatilidade, sombra longa, muita emoção, mas o indicador segue apontando que ainda existe tração compradora no horizonte mais amplo. Já no 4h, o MACD está negativo, o que mostra exatamente a perna de correção que estamos vivendo agora. Não é “o fim do mundo”, é o preço ajustando depois do primeiro respiro de alta.
O que isso indica na prática?
Enquanto o diário continuar positivo, essa queda de curto prazo tende a ser correção dentro de um movimento maior, não necessariamente o início de uma nova pernada de baixa estrutural. Se o MACD de 4h virar para cima primeiro, reforça a leitura de recuperação rápida: o curto prazo volta a alinhar com o diário.
Se, ao contrário, o mercado seguir escorregando e o MACD diário também cruzar para negativo, aí sim abre espaço para uma nova fase de pressão vendedora mais forte, com o movimento de baixa ganhando “selo de tendência”. Por isso, hoje o ponto não é entrar em pânico com a queda, mas monitorar esse descompasso: diário ainda apontando recuperação, 4h mostrando correção.
Se o 4h sincronizar de novo com o diário, a recuperação tende a acelerar. Se o diário “cederˮ e acompanhar o 4h para baixo, aí a gente trata como uma nova etapa de ajuste de preço. Resumindo: Queda tem, claro. Convicção total de uma queda mais profunda, ainda não.
10h30
Rodolfo Marques, especialista em investimentos e fundador do Vamos Pra Crypto
Um dos indicadores on-chain mais relevantes para identificar momentos de estresse no mercado do Bitcoin voltou a chamar atenção dos investidores. O Profit/Loss Margin dos traders de curto prazo, que mede o lucro ou prejuízo médio dos investidores que seguram Bitcoin por um período entre um e três meses, atingiu -25%.
Esse grupo de investidores costuma ser o mais sensível à queda de preços e quando esses passam a operar com forte prejuízo, o mercado sinaliza um ambiente de capitulação, fase em que muitos participantes vendem seus BTC com perda por medo de quedas ainda maiores.
O Profit/Loss Margin já atingiu níveis parecidos em momentos importantes do ciclo recente do Bitcoin. Regiões próximas ou inferiores a menos 20 por cento foram observadas nos principais fundos de 2023, em correções de 2024 e também antes da recuperação que levou o BTC acima dos 100 mil dólares pela primeira vez.
Quando esse indicador entra em terreno profundamente negativo, a oferta de BTC por parte dos investidores mais fracos tende a se esgotar e compradores com maior convicção assumem o controle. Esses períodos costumam anteceder movimentos mais fortes de recuperação.
Os dados também mostram que o preço de mercado está muito próximo do Realized Price desses investidores de curto prazo. Quando o BTC se aproxima dessa região, o mercado força a realização de prejuízo por parte dos traders mais alavancados ou com menos resistência emocional, causando uma limpeza natural de posições muito alavancadas.
Esse processo reduz a pressão vendedora e abre espaço para estabilização do preço.
A leitura do indicador coincide com um ambiente de forte pessimismo entre investidores. O índice de sentimento Fear and Greed se encontra em território de extremo medo e o mercado registrou bilhões de dólares em liquidações nas últimas semanas.
Historicamente, momentos de pânico intenso são comuns perto de formações de fundo.
Probabilidade de fundo aumenta, mas não garante reversão imediata
Os dados não garantem que o fundo absoluto já foi encontrado, mas mostram que o Bitcoin entrou em uma zona estatisticamente parecida com outras regiões de reversão observadas nos últimos ciclos.
A combinação de prejuízo acentuado entre traders de curto prazo, queda de alavancagem, extremo medo e estabilização próxima ao preço realizado cria um ambiente favorável para um movimento de recuperação.
Os próximos dias devem ser decisivos para confirmar se o mercado está realmente iniciando uma nova fase de alta ou se ainda há espaço para mais volatilidade.
10h
Matheus Parizotto, analista de research da Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual
Após os fortes sinais de capitulação da semana anterior, indicando a possível formação de fundos no curto prazo, vimos a interrupção de quatro semanas consecutivas de saídas nos ETFs dos EUA, além da estabilização das vendas por investidores de longo prazo.
Esse quadro sugere esgotamento da pressão vendedora no curto prazo, mas ainda sem uma virada clara para fluxos compradores. As cotações podem seguir laterais por alguns dias ou semanas, abrindo uma janela tática para acumulação gradual com foco no próximo movimento de alta.
Em termos de posicionamento, faz sentido privilegiar ativos de alta liquidez e qualidade, como Bitcoin, Ethereum e Solana, mantendo cautela em criptoativos de maior beta e menor capitalização, que podem permanecer bastante voláteis por enquanto.
7h50
Mike Ermolaev, analista e fundador da Outset PR
O gráfico de dominância do BTC está em uma potencial zona de resistência que poderia impulsioná-lo para baixo após a atual recuperação corretiva de três ondas (a)-(b)-(c). Isso
Por outro lado, o gráfico de capitalização de mercado de criptomoedas (altcoins), que exclui as 10 principais criptomoedas , pode estar concluindo a subonda final “c” de (y) de uma correção complexa (w)-(x)-(y), potencialmente encontrando uma base na área de 200B–180B.
Os compradores, no entanto, só poderão retomar o controle se observarmos uma recuperação acima da resistência do canal próxima a 240B.

Se, ao mesmo tempo, as ALTcoins continuarem a superar o Bitcoin, apoiadas pelo gráfico de baixa da relação BTC.D/OUTRAS.D, poderemos observar os primeiros sinais de recuperação em algumas altcoins fora do top 10.

7h30
Guilherme Prado, country manager da Bitget
O mercado cripto inicia dezembro com um respiro de alívio, após as quedas profundas da semana passada. O Bitcoin (BTC) recupera a área de US$ 86.000, sinalizando que a liquidação extrema pode ter atingido o fundo de curto prazo. Embora o sentimento de medo persista, a recuperação acima de US$ 85K mostra que a demanda institucional em patamares baixos está absorvendo o choque.
A recuperação recente é vista mais como um bounce técnico pós-capitulação do que uma reversão estrutural, devido à persistência dos ventos contrários.
Os problemas de liquidez global continuam dominando. O corte de juros do FED não surtiu o efeito desejado no mercado de risco, e o mercado agora precifica uma alta probabilidade de o Fed manter a restrição monetária por mais tempo. Isso é o principal fator que mantém o mercado em queda em patamares baixos.
A sustentação do ouro em alta continua a ser o reflexo da aversão a risco. O BTC, no entanto, mostra que a demanda de compra de longo prazo em patamares baixos é forte.
A perspectiva mais realista para Dezembro é de consolidação na faixa de US$ 85K - US$ 90K, enquanto os investidores buscam um novo ponto de equilíbrio.
Olhando para o lado técnico, o Bitcoin está em um movimento de recuperação a partir de uma zona de sobrevenda extrema, lutando para retomar a faixa de US$ 90K. O BTC está negociando muito abaixo das MAs de 100 e 200 dias no gráfico diário, mantendo o viés de baixa no médio prazo. A recuperação de US$ 81.500 para US$ 86.000 é um sinal de força de compra em patamares baixos, mas não uma inversão de tendência. No curto prazo, o BTC deve tentar se consolidar entre US$ 85.000 e US$ 90.000.
7h
O preço do Bitcoin (BTC), na manhã desta terça-feira, 02/12/2025, está cotado em R$ 465.861,12. O BTC recuperou parte de seu valor após uma queda para US$ 82 mil elimintar milhões em posições alavancadas. Agora os touros buscam um ponto de apoio para tentar um novo teste em US$ 90 mil.
Bitcoin cenário macroeconômico
André Franco, CEO da Boost Research, destaca que a sinalização do Banco do Japão (BOJ) de que pode elevar os juros já na reunião de dezembro provocou um fortalecimento do iene, uma disparada nos rendimentos dos títulos japoneses e, como reflexo, um aumento da aversão global ao risco.
Como resultado, as ações globais recuaram, os mercados de bonds globais sofreram, e criptomoedas como o Bitcoin foram pressionadas ao longo do dia. Com o Bitcoin estabilizado em torno de US$ 87.000, a expectativa de curto prazo é negativa.
O aperto monetário no Japão tende a drenar a liquidez global e reduzir o apetite por risco, afetando diretamente os criptoativos. Mesmo com a expectativa ainda existente de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed) nos EUA, a incerteza global e a liquidez mais restrita devem limitar qualquer reação positiva relevante do BTC, ao menos até um novo catalisador (como forte declaração dovish do Fed ou fluxo institucional específico para cripto).”, disse.
O mercado de criptomoedas tenta recuperar o equilíbrio após o violento flash crash que abriu dezembro. Nesta terça-feira, o Bitcoin voltou para a faixa de US$ 87 mil, mas ainda sem demonstrar força suficiente para alterar o humor dos investidores. A leitura mais confiável desse cenário veio do head de research da BRN, Timothy Misir, que avaliou que o ambiente parece mais de estabilização do que de retomada.
Segundo ele, a liquidez retornou ao sistema após o susto, mas o impulso comprador segue frágil. O setor ainda absorve o impacto de uma liquidação de mais de US$ 350 milhões, que reduziu posições alavancadas e deixou o mercado em busca de um ponto de equilíbrio. As principais altcoins reforçam esse clima defensivo: o Ethereum opera perto de US$ 2.800, o BNB segue em US$ 830 e a Solana permanece em torno de US$ 126, todos sem sinais de pressão compradora consistente.
A capitalização total do mercado até subiu levemente para US$ 2,94 trilhões, mas isso ocorreu sem expansão relevante de fluxo. Para Misir, o movimento atual “não é rali, é apenas estabilização”, porque o apetite por risco diminuiu e os investidores se mostram cautelosos após o episódio de estresse.
O cenário macroeconômico também contribuiu para essa postura mais contida. O Federal Reserve encerrou oficialmente o programa de aperto quantitativo e injetou US$ 13,5 bilhões na economia, o segundo maior impulso de liquidez desde o período da pandemia. Mesmo assim, a criptosfera não respondeu com entusiasmo. A leitura do mercado é que a fragilidade atual tem mais relação com incerteza estrutural do que com falta de liquidez imediata.
Além disso, o ISM Manufacturing PMI ficou em 48,2, abaixo das expectativas e mantendo o setor industrial em contração. Esse indicador reforça a tendência desinflacionária, mas também evidencia uma atividade econômica enfraquecida, o que reduz o apetite por ativos de risco. Os investidores, por enquanto, preferem proteção. Ouro e prata confirmam essa migração: o ouro acumula alta de 60% no ano, enquanto a prata sobe 102%. Já o Bitcoin permanece com queda de 10% em 2025.
Sinais técnicos e dados on-chain
Nos dados on-chain, surgiram sinais mistos. A recente queda criou um novo bloco de custo-base na região dos US$ 80 mil, indicando que investidores aproveitaram o recuo para reforçar posições. Esse nível agora se transforma em uma das áreas de suporte mais densas e tende a ser defendido por compradores recentes.
O ponto mais sensível, porém, está no setor de mineração. A receita por petahash despencou de US$ 55 para US$ 35, abaixo do custo total mediano de US$ 44 para mineradores listados. A combinação entre hashrate elevado, margem comprimida e retorno estendido para mais de mil dias cria um cenário de estresse raramente visto no setor. Misir alerta que a possibilidade de capitulação de mineradores menores aumentou e que esse movimento pode empurrar mais moedas para as exchanges, pressionando preços no curto prazo.
O comportamento das grandes carteiras também preocupa. As chamadas baleias reduziram o ritmo de acumulação, enquanto investidores menores continuam comprando de forma pulverizada. Em ciclos anteriores, esse padrão esteve associado a fases finais de tendência, não a inícios de movimentos de alta.
Os riscos permanecem claros. Uma nova onda de estresse entre mineradores, reversão da recente injeção de liquidez pelo Fed, surpresas negativas em indicadores como ADP ou JOLTS, ou até fluxos crescentes de baleias para exchanges podem reacender a volatilidade.
Para Misir, o ponto central é que o mercado “está se estabilizando, não se recuperando”. Ele afirma que o avanço para US$ 87 mil representa apenas um alívio técnico e não conta com suporte de mineradores, grandes investidores ou fluxo macro positivo. O analista recomenda disciplina: posições menores, caixa preservado e cautela redobrada diante de movimentos em direção à região de US$ 90 mil, que no cenário atual deve ser vista como teste, e não como sinal de rompimento.
Bitcoin análise técnica
Diante do cenário, Guilherme Fais - Head de Finanças da NovaDAX, destaca que se o BTC conseguir sustentar acima da faixa de US$ 84–85 mil, a tendência é de um repique técnico e consolidação volátil, com alvo de teste em resistências por volta de US$ 88–90 mil, enquanto o mercado “respira” depois do flush de alavancagem.
Por outro lado, uma perda consistente dessa base reacende a pressão vendedora e pode levar o preço a buscar a zona psicológica de US$ 80 mil, onde historicamente entra demanda de longo prazo; o gatilho para qualquer perna mais direcional deve vir do comportamento do open interest/funding e de novas manchetes sobre stablecoins ou tesourarias corporativas.”, afirmou.
Já Yoandris Rives Rodríguez, gerente regional para América Latina na B2BINPAY, destaca que com o preço do BTC estabilizado pode até ocorrer uma altseason.
Para que a altseason finalmente aconteça, acreditamos que três forças precisam se alinhar. Primeiro, os dados macroeconômicos precisam melhorar, porque os investidores não vão migrar para ativos de maior beta até que o pano de fundo mais amplo se estabilize. Segundo, o mercado precisa de cortes de juros — ou ao menos um, em dezembro. E terceiro, a dominância do BTC precisa aliviar. Quando o Bitcoin absorve a maior parte da liquidez, as altcoins simplesmente não conseguem crescer. Nosso cenário base para o início da altseason é o começo de 2026, com chances muito reduzidas de começar antes do final deste ano.
Portanto, o preço do Bitcoin em 01 de dezembro de 2025 é de R$ 464.943,97. Neste valor, R$ 1.000 compram 0,0020 BTC e R$ 1 compram 0,0000020 BTC.
As criptomoedas que estão registrando as maiores altas no dia 01 de dezembro de 2025, são: Myx Finance (MYX), JUST (JUST) e Memecore (M), com altas de 30%, 5% e 4% respectivamente.
As criptomoedas que estão registrando as maiores baixas no dia 01 de dezembro de 2025, são: Zcash (zec), Ethena (ENA) e Celetia (TIA), com quedas de -19%, -16% e -13% respectivamente.
O que é Bitcoin?
O Bitcoin (BTC) é uma moeda digital, que é usada e distribuída eletronicamente. O Bitcoin é uma rede descentralizada peer-to-peer. Nenhuma pessoa ou instituição o controla.
O Bitcoin não pode ser impresso e sua quantidade é muito limitada – somente 21 milhões de Bitcoin podem ser criados. O Bitcoin foi apresentado pela primeira vez como um software de código aberto por um programador ou um grupo de programadores anônimos sob o codinome Satoshi Nakamoto, em 2009.
Houve muitos rumores sobre a identidade real do criador do BTC, entretanto, todas as pessoas mencionadas nesses rumores negaram publicamente ser Nakamoto.
O próprio Nakamoto afirmou ser um homem de 37 anos que vive no Japão. No entanto, por causa de seu inglês perfeito e seu software não ter sido desenvolvido em japonês, há dúvidas sobre essas informações. Por volta da metade de 2010, Nakamoto foi fazer outras coisas e deixou o Bitcoin nas mãos de alguns membros proeminentes da comunidade BTC.
Para muitas pessoas, a principal vantagem do Bitcoin é sua independência de governos mundiais, bancos e empresas. Nenhuma autoridade pode interferir nas transações do BTC, importar taxas de transação ou tirar dinheiro das pessoas. Além disso, o movimento Bitcoin é extremamente transparente - cada transação única é armazenada em um grande ledger (livro-razão) público e distribuído, chamado Blockchain.
Essencialmente, como o Bitcoin não é controlado como uma organização, ele dá aos usuários controle total sobre suas finanças. A rede Bitcoin compartilha de um ledger público chamado "corrente de blocos" (block - bloco, chain - corrente).
Se alguém tentar mudar apenas uma letra ou número em um bloco de transações, também afetará todos os blocos que virão a seguir. Devido ao fato de ser um livro público, um erro ou uma tentativa de fraude podem ser facilmente detectados e corrigidos por qualquer pessoa.
A carteira do usuário pode verificar a validade de cada transação. A assinatura de cada transação é protegida por assinaturas digitais correspondentes aos endereços de envio.
Devido ao processo de verificação e, dependendo da plataforma de negociação, pode levar alguns minutos para que uma transação BTC seja concluída. O protocolo Bitcoin foi projetado para que cada bloco leve cerca de 10 minutos para ser minerado.
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