Apesar da explosão de 250% de uma criptomoeda de baixa capitalização de mercado, o Bitcoin (BTC) era transferido por volta de US$ 62,9 mil (-5,8%) nesta sexta-feira (22). Porém, na avaliação do especialista em criptomoedas de pseudônimo Rekt Capital sugere que o comportamento histórico do BTC pode representar mais sangria, de até 40%, para o benchmark. Enquanto isso, os especialistas DonAlt e Michael van de Poppe estão de olho em duas altcoins com chance de reversão de até 560% no curto prazo. DOGE e XCAD.
Em suas considerações pessimistas no curto prazo, relacionadas ao BTC, Rekt Capital disse esta semana no X que a criptomoeda entrou em uma “zona de perigo” histórica que precede o halving, que acontece em abril, quando as recompensas por novos blocos minerados caem à metade.
Segundo ele, “já se passaram dois dias desde que o Bitcoin entrou oficialmente na ‘zona de perigo’ (laranja), onde começaram os retrocessos históricos antes do halving. Historicamente, o Bitcoin realizou retrações antes do halving 14-28 dias antes do halving. Atualmente, o BTC está a aproximadamente 26 dias do halving e recuou quase -18% no total desde a semana passada.”
“Se o fundo do retraço já está ou não, é incerto. Mas o que está claro é o seguinte: o Bitcoin entrou recentemente em sua janela de tempo de ‘zona de perigo’. Tecnicamente, ainda há tempo para desvantagens adicionais”, completou.
#BTC
— Rekt Capital (@rektcapital) March 21, 2024
It's been 2 days since Bitcoin officially entered the "Danger Zone" (orange) where historical Pre-Halving Retraces have begun
Historically, Bitcoin has performed Pre-Halving Retraces 14-28 days before the Halving
Currently, $BTC is approximately 26 days away from the… pic.twitter.com/RQPM90Z4QC
Em outra publicação, ele lembrou que “em 2016, o Bitcoin realizou seu retraço pré-halving aproximadamente 28 dias antes do halving. Em 2024, o Bitcoin realizou seu retraço pré-halving aproximadamente 32 dias antes do halving. Curiosamente, quando o Bitcoin iniciou seu retrocesso antes do halving em 2016, o preço inicialmente produziu um longo pavio negativo antes de retroceder ainda mais.”
“Recentemente, o Bitcoin também produziu um longo sinal negativo em seu retrocesso antes do halving. O Bitcoin precisará continuar a manter esses máximos atuais para evitar um destino semelhante ao de 2016, onde a reação inicial foi forte, mas de curta duração”, argumentou.
No caso do DOGE, que se encontrava precificado em torno de US$ 0,14 (-2,6%), DonAlt disse no YouTube que é provável que a maior memecoin em capitalização de mercado provavelmente atinja US$ 1 (+714%) ainda este ano por causa da recuperação de suporte em sua paridade com o BTC.
“A razão pela qual achei o DOGE interessante é porque ele voltou ao suporte no gráfico BTC…. Invalidação aqui em algum lugar [acima de US$ 0,05], meta lá em cima [US$ 1]... Acho que isso não é o pior... especialmente quando estava sendo negociado a US$ 0,12 ou US$ 0,13, porque isso está literalmente a apenas 20% de distância de US$ 0,10, que seria a entrada ideal”, declarou.
Quanto ao XCAD, que era transacionado por US$ 1,86 (-12,7%), Michael van de Poppe disse em uma publicação no X que o token da plataforma XCAD, voltado a soluções em finanças descentralizadas (DeFi) pode chegar até US$ 3,25 (+75%) no próximo ciclo de alta.
“XCAD mostrando força ao lançar sua exchange centralizada XCAD como um recurso V2. Provavelmente sair da faixa significa que a próxima continuação será em direção a US$ 2,75-3,25”, considerou.
$XCAD showing strength as they launched their XCAD Centralized Exchange as a V2 Feature.
— Michaël van de Poppe (@CryptoMichNL) March 21, 2024
Likely breaking out of the range means that continuation towards $2.75-3.25 is next. pic.twitter.com/P8IoTksVOb
No radar dos especialistas também estão as duas memecoins com chance de alta de até 150%, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.