Resumo da notícia
BlackRock prevê bolsas operando 24/7 com a expansão da tokenização nos próximos cinco anos.
Cristiano Castro afirma que ETFs de Bitcoin são atualmente a maior fonte de receita da empresa.
Diretor destaca que o Bitcoin está integrado ao sistema financeiro global e merece atenção de bancos centrais.
No Blockchain Conference Brasil, durante o painel “Alocação de ativos digitais: Remodelando o sistema financeiro e as carteiras de investimentos”, Cristiano Castro, diretor de desenvolvimento de negócios da BlackRock, traçou a linha de tempo das criptomoedas em escala internacional, destacou dados com curvas de crescimento e demográficos recentes, comparativos com ouro e outros ativos, como também perspectivas e oportunidades.
Durante sua fala, Castro, trouxe indicativos e fatores geopolíticos transformadores do mercado. Além de análises sobre modelos operacionais, avaliações das condições necessárias de investimento e sobre o retorno ajustado ao risco.
Apontou como a economia digital dominará o mercado financeiro, ressaltando que: daqui a cinco anos, a tokenização terá avançado tanto, que provavelmente, as bolsas vão operar 24 horas por dia, sete vezes por semana, você poderá comprar ativos digitais em qualquer lugar do mundo.
O executivo da Black Rock enfatizou como o Bitcoin veio para ficar no mercado financeiro e está integrado nas contas de todo o mundo.
“Desde a ordem mundial o Bitcoin tem uma importância tão grande, que os bancos centrais e seguradoras vêm isso tem que ser olhado de perto e como as novas gerações fazem negócios”, afirmou.
ETFs de Bitcoin são nossa maior fonte de renda
Em matéria exclusiva ao Broadcast, Cristiano Castro, afirmou que os ETFs de bitcoin são a maior fonte de receita para a empresa e comentou que tal constatação se revelou “uma grande surpresa” para a empresa.
A gente estava muito otimista quando fizemos o lançamento, mas não acreditávamos que ia tomar tamanha proporção. Só para ter ideia, ele [o IBIT nos EUA e IBIT39 no Brasil – os nomes de referência do ativo] chegou a bater muito próximo aos US$ 100 bilhões [em alocação]”, comentou Castro.