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Lucas Caram
Escrito por Lucas Caram,Editor da Equipe
Igor Belkin
Revisado por Igor Belkin,Ex-editor da equipe

Parceria da Ambev com startup blockchain já ajudou a coletar mais de 300 toneladas de vidro

Parceria para reciclagem de vidro já tem Hubs implementados em São Paulo e agora em Brasília, com promessa para expansão para 20 cidades do Brasil.

Parceria da Ambev com startup blockchain já ajudou a coletar mais de 300 toneladas de vidro
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Uma parceria da gigante de bebidas Ambev com a startup blockchain Green Mining inaugurou um hub de coleta de lixo reciclável em Brasília, Distrito Federal. A informação é do portal MS Notícias.

A blockchain seria responsável pelo rastreamento da reciclagem, permitindo identificar os locais de maior geração de resíduos depois do consumo, focando em garrafas de vidro descartadas pelos bares da capital brasileira.

A Green Mining é parceira da organização europeia de sustentabilidade "Friends of Glass" para reaproveitamento do vidro produzido, com Hubs já implementados em São Paulo e agora em Brasília, com promessa para expansão para 20 cidades do Brasil. O vidro coletado é 100% reaproveitável e um dos materiais que mais demoram a se decompor na natureza.

Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining, diz na matéria que a empresa já alcançou "300 toneladas de vidros reciclados e mais de 50 toneladas de CO2 evitados desde o início da ação".

A parceria com a Ambev faz parte do programa 100+Accelerator, que em 2018 escolheu 21 startups ao redor do mundo para abordar questões urgentes de sustentabilidade apontadas pela empresa. Oliveira falou sobre a parceria com a empresa:

"O desafio lançado pela Ambev de buscar soluções para problemas da indústria, por meio de startups, para fechar o ciclo da economia circular em embalagens, foi uma ótima oportunidade. Nossa tecnologia permite a rastreabilidade de todas as embalagens coletadas nos centros urbanos com segurança por meio de Blockchain. Coletores, HUBs, transportadores e usinas de reciclagem validam as quantidades uns dos outros, não permitindo que os números de material reciclado sejam criados ou falsificados"

Conforme o Cointelegraph Brasil publicou em agosto, a tecnologia blockchain já ajudou a coletar mais de 70 toneladas de lixo reciclável no litoral do Rio de Janeiro.

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