Em um movimento retrátil no início da tarde desta segunda-feira (18), a maior parte das principiais altcoins em capitalização do mercado começavam a se correlacionar com o recuo do Bitcoin (BTC), que operava na região de US$ 41,4 mil (-0,6%). Nesse grupo estavam VET, ADA e FTM, precificados respectivamente em US$ 0,029 (+0,7%), US$ 0,57 (-3,4%) e 0,41 (+1,5%). Altcoins que, na avaliação do especialista em criptomoedas Ali Martinez, podem testemunhar um rali de até três dígitos percentuais no curto prazo.
Em uma abordagem feita no X sobre o VET na última semana, Martinez disse estar confiante que o token da blockchain de gerenciamento da cadeia de suprimentos VeChain, que acumulava alta de 100% em 12 meses, deve quebrar a resistência de US$ 0,033. Nesse caso, na avaliação do especialista, o próximo alvo é de US$ 0,077 (+150%) no final de janeiro e US$ 0,70 (+2,024%) ao longo do próximo ano, pelo que sugeriu o especialista no gráfico apresentado.
“VeChain, o esquecido Ethereum chinês, parece refletir a fase de consolidação que vimos em 2018-2020! Se assim for, o VET poderá romper a barreira de resistência de US$ 0,033 nas próximas duas semanas. A recuperação poderá fazer com que o VET chegue a US$ 0,077 no final de janeiro. Isso é um aumento de preço de 150%!”, pontuou.
#VeChain, the forgotten Chinese #Ethereum, appears to mirror the consolidation phase we saw in 2018-2020!
— Ali (@ali_charts) December 15, 2023
If so, $VET could break through the $0.033 resistance barrier within the next two weeks. The upswing could send #VET to $0.077 by late January. That's a 150% price increase! pic.twitter.com/5E2g76H7yG
Em relação ao ADA, que acumulava alta de 115% em 12 meses, o especialista observou que o token nativo da blockchain L1 Cardano se desloca abaixo de uma linha diagonal descendente, mas perto de romper essa resistência.
“Cardano está formando um triângulo descendente nos prazos inferiores. Um fechamento sustentado acima de US$ 0,638 poderia desencadear um rompimento de alta, potencialmente impulsionando o ADA em direção a US$ 0,700. No entanto, fique de olho no suporte de US$ 0,613. Qualquer fraqueza neste nível poderia amortecer o impulso de alta da ADA”, destacou.
Sobre o FTM, que acumulava alta anual de 100%, Martinez disse que o token da plataforma voltada à aplicações de finanças descentralizadas (DeFi) Fantom atingiu uma zona considerável de acumulação, com chance de alta.
“O Fantom atingiu uma zona de resistência significativa. Mais de 1.430 endereços detêm 657,60 milhões de FTM acumulados entre [US$ 0,44] e US$ 0,46. Para um salto de alta, a FTM precisa romper esta área de forma decisiva. Se tiver sucesso, poderemos ver uma alta de 45%, visando US$ 0,65”, explicou.
No radar dos especialistas também está uma possível altseason e uma altcoin com alta de 1.830%, alvo da cobiça das baleias, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.