Presidenciável americano Hopeful Yang diz que blockchain e criptos devem ser parte do futuro dos Estados Unidos

O empresário americano e candidato democrata às eleições de 2020 Andrew Yang disse que a blockchain deve ter uma grande participação no futuro dos Estados Unidos, conforme a Bloomberg noticiou em 15 de maio.

Falando durante a conferência Consensus em Nova York, Yang — que é conhecido por sua postura progressista em prol da renda básica universal — teria dito que:

“Acredito que a blockchain tem que fazer parte do nosso futuro. Se eu estou na Casa Branca, oh boy, vamos ter diversão visando a comunidade de moedas cripto.”

O candidato que recentemente revelou que chegou ao limite do Comitê Nacional Democrata de 65.000 doadores para participar dos primeiros debates das preliminares, Yang também é o fundador do Venture For America (VFA) - um acelerador sem fins lucrativos para startups de cidades emergentes.

Em abril, ele publicou um framework nacional para regulação de ativos digitais, como parte de sua campanha presidencial, e pediu mais clareza em relação às jurisdições sobrepostas de agências reguladoras federais.

Em entrevista à Bloomberg durante a conferência, Yang teria dito que ele basearia sua estrutura de proteção de ativos digitais nas leis vigentes, completando:

“Nós só precisamos estabecer regras para este caminho. Precisamos descobrir qual agência vai estar interagindo com moedas individuais. Seria lamentável se, toda vez que uma nova moeda aparecesse, tivéssemos que decidir qual estrutura se aplica.”

A Bloomberg nota que Yang porém não possui criptomoedas, mesmo que ele tenha confirmado que investiu em apenas um veículo que possui reservas cripto.

A campanha de Yang também aceita Bitcoin (BTC), Ether (ETH) e doação de outras criptomoedas desde julho de 2018.

Como o Cointelegraph publicou, a posição de Yang mostra contraste com um de seus oponentes de 2020, o senador Elizabeth Warren — conhecido crítico de criptomoedas e ofertas de moeda inicial.

O entusiasta das criptos John McAfee também disse que poderia concorrer em 2020, mesmo que tenha que realizar uma campanha desde de um barco em águas internacionais, dada suas supostas acusações pelas autoridades fiscais dos EUA.