Relativamente lateralizado na tarde desta quinta-feira (1º), o mercado de criptomoedas movimentava US$ 1,12 trilhão e o movimento do Bitcoin (BTC), precificado em US$ 27,1 mil (+0,63%), espelhava o clima de incerteza entre os investidores com a macroeconomia. 
O que podia ser percebido pelo preço da maioria das altcoins, embora muitos tokens acumulassem altas de até quatro dígitos percentuais nos últimos 30 dias, movimento relacionado a anúncios nos projetos, novas ferramentas no protocolo, novos serviços e listagens, em linhas gerais.
O desconhecido Cannation (CNNC), uma altcoin minerável de um projeto ligado à cannabis, negociado a US$ 103,71 (+94%) liderava a alta mensal ao retornar um ganho de 976%.
Gráfico de 30 dias do par CNNC/USD. Fonte: CoinMarketCap
Em seguida aparecia o AKT, token da rede descentralizada de negociação de recursos de computação Akash, trocado de mãos por US$ 0,66 (+5,80%) com alta de 161% em 30 dias.
Gráfico de 30 dias do par AKT/USD. Fonte: CoinMarketCap
O WKAVA, token da blockchain voltada a aplicativos descentralizados Kava, aparecia na terceira colocação em ganho mensal ao ser transacionado por US$ 2 (+1,89%) com 158% de alta acumulada em 30 dias. 
Gráfico de 30 dias do par WKAVA/USD. Fonte: CoinMarketCap
O BBF, altcoin do jogo em token não fungível (NFT) Bubblefong, também se destacava e aparecia na quarta colocação ao ser negociado por US$ 0,49 (+141%), quase a totalidade do ganho mensal de 145%.
Gráfico de 30 dias do par BBF/USD. Fonte: CoinMarketCap
Na quinta colocação, o LINA, token do protocolo de finanças descentralizadas (DeFi) Linear Finance, era outro destaque, já que o token se encontrava precificado em US$ 0,023 (+108%), percentual pouco acima dos 103% de ganho mensal.
    Gráfico de 30 dias do par LINA/USD. Fonte: CoinMarketCap
    Completavam a lista, nessa ordem: ABBC (+91%); CREAM (+77%); TOMO (+69%); ARPA (+63%); VEGA (+54%).
    Quem também anda saltando alta é a criptomoeda ligada ao basquete, que a apresentava 6.780% de alta acumulada este ano, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.