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Cassio Gusson
Escrito por Cassio Gusson,Redator
Lucas Caram
Revisado por Lucas Caram,Editor da Equipe

Preço do Bitcoin hoje, 12/01/2026: BTC permanece em US$ 90 mil de olho no cenário macroeconômico da semana

BTC absorve capital e lidera movimento defensivo, enquanto dominância elevada e fraqueza das altcoins limitam uma recuperação mais ampla do mercado.

Preço do Bitcoin hoje, 12/01/2026: BTC permanece em US$ 90 mil de olho no cenário macroeconômico da semana
Análise

Resumo da notícia

  • Bitcoin sustenta suporte, mas sem força para romper resistências

  • Dominância elevada mantém altcoins sob forte pressão

  • Mercado cripto segue em fase de reparo estrutural

10h20

Guilherme Prado, country manager da Bitget

O Bitcoin segue acima de US$ 90 mil, mas ainda enfrenta resistência técnica no curto prazo, especialmente na região de US$ 91.555, onde passa a média móvel exponencial de 50 dias. O RSI em torno de 52 já indica leve perda de momentum, o que mantém no radar a possibilidade de uma correção abaixo de US$ 90 mil, com suportes em US$ 89.311 e, em um cenário mais negativo, em US$ 83.822.

No campo macro, a maior criptomoeda tem ficado para trás em relação a ativos tradicionais de proteção, como o ouro, em meio ao aumento das tensões entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell.

O embate levanta preocupações sobre a independência do banco central, especialmente após Powell revelar que promotores federais abriram uma investigação criminal relacionada ao seu depoimento ao Congresso sobre a reforma de US$ 2,5 bilhões da instituição. Segundo Powell, o movimento seria uma forma de pressão política diante da resistência do Fed em promover cortes mais agressivos nos juros, como vem sendo defendido pelo presidente.

Por outro lado, do ponto de vista técnico, o MACD — indicador que mede o momentum do preço a partir da relação entre médias móveis e ajuda a identificar a força da tendência — segue emitindo sinal de compra desde dezembro. Isso sugere que, apesar da consolidação e do ambiente macro mais tenso, o viés altista ainda pode prevalecer no curto prazo. Um fechamento acima da média de 100 dias, em US$ 96.005, abriria espaço para uma recuperação até a região de US$ 100 mil.

10h

Marco Aurélio Camargo, CIO da Vault Capital

Esta é uma semana carregada de eventos capazes de alterar o equilíbrio atual:

Hoje: reabertura do mercado americano após o episódio Trump–Powell, que adiciona ruído político à precificação de risco.

13 de janeiro: divulgação do CPI e Core CPI, fundamentais para calibrar expectativas de política monetária.

14 de janeiro: decisão da Suprema Corte sobre as tarifas de Trump, além de PPI e Core PPI.

15 de janeiro: votação no Senado do Clarity Act, com implicações diretas para o ambiente regulatório de cripto.

Esses eventos funcionam como potenciais gatilhos de liberação de demanda reprimida, principalmente em um mercado que já se encontra tecnicamente comprimido.

O VDD (Value Days Destroyed) saiu da zona amarela, que indicava maior movimentação de moedas antigas, e entrou na zona verde, sinalizando inatividade dos long-term holders. Em termos práticos, isso significa que investidores mais pacientes não estão distribuindo, reduzindo a pressão vendedora estrutural. Historicamente, esse tipo de comportamento costuma anteceder movimentos mais fortes de preço, não fases de topo.

Ao mesmo tempo, o indicador Short-Term Holders Profit/Loss Ratio saiu da zona de prejuízo (abaixo da linha de equilíbrio) e voltou para níveis próximos do breakeven. Isso indica que o estresse dos investidores de curto prazo diminuiu, reduzindo a necessidade de vendas forçadas. Em outras palavras: o mercado passou por uma limpeza recente, e a pressão vendedora reativa perdeu força.

Com LTHs inativos e STHs próximos do equilíbrio, o Bitcoin entra em uma fase típica de consolidação com demanda existente, porém reprimida, aguardando um catalisador para movimentos mais direcionais.

A dinâmica atual de preço é melhor explicada pela estrutura de derivativos, em especial pelas opções.

Os mapas de posicionamento mostram regiões bem definidas:

Barras amarelas indicam zonas de suporte, onde há proteção contra quedas. Essas áreas se concentram entre US$ 88k e US$ 90k, com o suporte estrutural mais forte próximo dos US$ 85k.

Barras pretas representam zonas de resistência técnica, concentradas entre US$ 93k e US$ 95k, com destaque para a região psicológica e estrutural dos US$ 100k.

Quando o preço se aproxima dessas faixas superiores, ele tende a ficar mais travado não por ausência de demanda, mas por uma dinâmica típica de gama. Em regiões de gamma negativo, os dealers precisam vender à medida que o preço sobe e comprar quando ele cai, criando um efeito de amortecimento. Isso explica por que os avanços acima de 9395k encontram dificuldade, mesmo sem deterioração estrutural do ativo.

Nesta semana, não houve vencimentos relevantes de opções, o que mantém essa estrutura de contenção ativa. O dia 16 marca o início de um desbloqueio mais relevante, quando parte dessas travas começa a enfraquecer. Esse processo não libera o preço de forma imediata ou explosiva, mas tende a reduzir a compressão, permitindo movimentos mais livres à medida que o gamma deixa de ser tão dominante.

Importante: compressão por opções não é fraqueza. É acúmulo sob restrição técnica.

Níveis-chave para a semana

Diante desse contexto, os níveis que importam no curto prazo estão bem definidos:

Suportes

Principal: US$ 85k

Intermediários: US$ 88k  US$ 90k

Resistências

Curtíssimo prazo: US$ 93k

Estrutural: US$ 95k

Principal acima: US$ 100k

Enquanto o preço permanecer contido entre essas zonas, o mercado segue em modo de espera. A quebra consistente dessas resistências, especialmente com redução da influência do gamma negativo e confirmação via fluxo, tende a redefinir o regime de preço.

9h30

Rony Szuster, Head de Research do MB - Mercado Bitcoin

Com o retorno dos investidores após o período de férias, houve nova entrada de capital em ativos como Bitcoin, Ethereum e Solana. O XRP também apresentou desempenho expressivo nos últimos dias. Esse fluxo contribuiu para o aumento de liquidez e sustentou a alta dos preços no início do ano.

As empresas com tesourarias digitais também voltaram a comprar. A Strategy retomou aquisições, ainda que em volumes moderados. Apesar de o movimento ainda ser relativamente contido, há expectativa de aceleração nas próximas semanas, o que contribuiu para dar suporte adicional aos preços.

O cenário positivo também foi reforçado por avanços em adoção institucional. O Morgan Stanley fez pedidos para fundos de Bitcoin, Ethereum e Solana, um sinal relevante de interesse por parte do mercado tradicional. Além disso, estados norte- americanos como Flórida e Wisconsin avançaram em iniciativas relacionadas à adoção de criptoativos, fortalecendo a tese de longo prazo do setor.

Apesar do início positivo, alguns fatores trouxeram correções ao longo da semana, especialmente nos últimos dias. O aumento das tensões geopolíticas, com movimentações da China próximas a Taiwan, a captura de Nicolás Maduro e seu envio aos Estados Unidos, além da continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia, elevou a aversão ao risco nos mercados globais. Em cenários de maior estresse, é comum observar migração de capital para ativos considerados mais seguros, como renda fixa e ouro, o que pressiona negativamente os ativos de risco.

Outro ponto de atenção é a macroeconomia dos Estados Unidos. O Federal Reserve segue atento ao seu duplo mandato de controle da inflação e pleno emprego. O mercado trabalha atualmente com a expectativa de cerca de dois cortes de juros ao longo do ano, embora esse número possa variar conforme a evolução dos dados econômicos. Essa incerteza tem influenciado o mercado de forma levemente mais negativa do que positiva no curto prazo.

9h10

Sarah Uska, analista de criptoativos do Bitybank

O mercado cripto teve uma semana marcada por correção de preços e aumento da cautela, em um contexto dominado por incertezas macroeconômicas nos EUA. O Bitcoin recuou da região acima de $93.000 para próximo de $90.000, refletindo a combinação de volatilidade elevada no início de janeiro e redução do apetite por risco.

O índice de medo e ganância permaneceu em nível neutro, em torno de 41 pontos, sinalizando que o mercado não entrou em pânico, mas também não demonstra convicção para sustentar novas altas no curto prazo. No cenário macro, a atenção segue concentrada no Federal Reserve. Dados da Polymarket mostram cerca de 95% de probabilidade de que não haja mudança na taxa de juros na reunião de janeiro, reforçando a percepção de juros elevados por mais tempo.

Esse cenário ganhou peso adicional diante de ruídos políticos envolvendo o Fed, da divulgação de dados de inflação nos EUA e de tensões geopolíticas, fatores que aumentam a sensibilidade dos mercados a qualquer nova informação e pressionam ativos de risco, incluindo o Bitcoin. Do ponto de vista institucional, os fluxos dos ETFs de Bitcoin nos EUA apresentaram saldo negativo na semana.

Houve entradas relevantes no início do período, somando aproximadamente $650 milhões, concentradas principalmente nos dias 2 e 5 de janeiro. No entanto, essas entradas foram mais do que compensadas por saídas ao longo da semana, que totalizaram cerca de $1 bilhão, com destaque para fortes resgates entre os dias 6 e 9 de janeiro. Esse movimento indica ajuste de posições por parte de investidores institucionais diante do ambiente macro mais incerto.

Em paralelo, os dados on-chain mostram aumento das reservas de Bitcoin nas exchanges, o que sugere maior oferta disponível no curto prazo e contribui para a pressão sobre os preços. Para a próxima semana, o mercado tende a seguir altamente dependente de sinais vindos dos Estados Unidos, especialmente relacionados ao Fed e à inflação. Enquanto a região dos $90.000 é testada como suporte, oportunidades podem surgir em movimentos de volatilidade, mas o cenário ainda exige cautela, dado o ambiente de juros elevados, liquidez mais restrita e elevada sensibilidade a notícias macroeconômicas.

8h20

O Bitcoin está se estabilizando após uma correção acentuada, mas a estrutura mais ampla do mercado segue frágil. O BTC permanece acima de suportes importantes, enquanto TOTAL e OTHERS continuam bem abaixo das máximas anteriores, o que confirma um ambiente defensivo, liderado pelo Bitcoin, e não uma recuperação generalizada.

O BTC é negociado em torno de US$ 90,7 mil, abaixo do topo do ciclo próximo de US$ 126,2 mil, mas ainda bem acima de suportes relevantes em prazos maiores. Isso mantém o ativo em uma fase corretiva dentro de uma tendência de alta mais ampla, e não em uma reversão confirmada.

A dominância do Bitcoin está próxima de 59,1%, abaixo do pico do ciclo em 66,0%, mas segue elevada. Esse nível indica que o risco permanece concentrado no BTC, com pouca transferência de capital para as altcoins.

A capitalização total do mercado cripto gira em torno de US$ 3,06 trilhões, bem abaixo da máxima recente de US$ 4,27 trilhões. Apesar da desaceleração da pressão vendedora, ainda não houve uma recuperação estrutural, mantendo o mercado em fase de reparo.

O índice OTHERS (altcoins excluindo Bitcoin e Ethereum) opera próximo de US$ 217 bilhões, distante do pico de US$ 451 bilhões. Esse dado confirma que as altcoins continuam funcionando como principal válvula de ajuste do risco, com topos descendentes e retomadas fracas.

Essa configuração é compatível com um regime de reparo típico de fim de ciclo ou início de mercado de baixa. O Bitcoin absorve capital e apresenta maior estabilidade, enquanto sua dominância permanece alta e a estrutura das altcoins segue comprometida.

8h00

O preço do Bitcoin (BTC), na manhã desta segunda-feira, 12/01/2026, está cotado em R$ 486.646,12. O preço do BTC abre a semana acima de US$ 90 mil, mas ainda preso no range de lateralização que já dura mais de 45 dias.

Bitcoin análise macroeconômica

André Franco, CEO da Boost Research, destaca que os mercados globais iniciam a semana com volatilidade elevada, enquanto investidores digerem a escalada das tensões entre o governo dos Estados Unidos e o Federal Reserve.

Relatos de uma possível investigação criminal envolvendo o presidente do Fed, Jerome Powell, abalaram a confiança na independência da política monetária, pressionando o dólar e impulsionando ativos de proteção, como o ouro, que atingiu novas máximas históricas. Em paralelo, os futuros de ações recuaram.

O cenário macro também segue sendo moldado pelas expectativas de cortes de juros pelo Fed e por fatores geopolíticos relevantes, como os protestos no Irã, que influenciam o apetite global por risco. Nesse contexto, o Bitcoin se beneficiou marginalmente, avançando acima dos US$ 92.000 e sendo cotado atualmente em torno de US$ 92.300. A expectativa de curto prazo é levemente positiva.

“A fraqueza do dólar e a pressão sobre ativos tradicionais considerados mais sensíveis ao risco criam um ambiente técnico que pode favorecer uma recuperação moderada ou uma consolidação lateral do BTC, à medida que investidores buscam liquidez e ativos alternativos diante das incertezas monetárias e geopolíticas. Ainda assim, a ausência de um catalisador macroeconômico claro, como uma sinalização decisiva de política monetária ou dados econômicos surpreendentemente dovish, limita a probabilidade de um rali mais forte no curtíssimo prazo.”

Bitcoin análise técnica

Timothy Misir, head de research da BRN, destaca que o Bitcoin passou os últimos dias consolidado pouco acima de US$ 90 mil e encerrou a semana perto de US$ 90,4 mil. O ativo testou repetidamente os limites do intervalo, sem força suficiente para romper resistências relevantes. Ainda assim, o comportamento mostrou maior estabilidade quando comparado às oscilações bruscas do fim de 2025.

O dado reforça uma postura seletiva dos investidores institucionais. O capital não abandonou o mercado, mas passou a buscar exposição mais direcionada, evitando uma retomada ampla de risco.

De acordo com ele, os indicadores on-chain sugerem que o Bitcoin deixou para trás sua fase mais estressada. O preço permanece acima da média dos investidores ativos, o que reduz a pressão de vendas forçadas. Por outro lado, ainda está abaixo do custo médio de curto prazo, indicando resistência relevante antes de uma retomada mais firme.

A realização de prejuízos diminuiu, e investidores de longo prazo reduziram o ritmo de distribuição observado em dezembro. No mercado de derivativos, o interesse em aberto se estabilizou e começou a crescer, sinalizando retorno gradual de participantes institucionais.O destaque ficou para o mercado de opções. Um grande ajuste eliminou mais de 45% das posições abertas, removendo travas que limitavam o movimento de preços. A volatilidade implícita parece ter encontrado um piso, sugerindo transição de um ambiente defensivo para um risco mais calculado”, aponta.

Para esta semana, ele destaca que há uma agenda macro carregada que deve testar esse equilíbrio. Novos dados de inflação, pedidos de seguro-desemprego e indicadores industriais podem redefinir expectativas logo no início do ano. Surpresas inflacionárias tendem a pressionar ativos de risco, enquanto sinais de enfraquecimento econômico reforçam o cenário atual.

Do ponto de vista técnico, o mercado observa se o Bitcoin conseguirá recuperar a região dos US$ 95 mil. Sem esse movimento, a tendência é de continuidade da lateralização. Um rompimento consistente, porém, pode destravar ganhos mais rápidos, dada a posição mais leve dos investidores.

Portanto, o preço do Bitcoin em 12 de janeiro de 2026 é de R$ 486.646,12. Neste valor, R$ 1.000 compram 0,0019 BTC e R$ 1 compram 0,0000019 BTC.

As criptomoedas que estão registrando as maiores altas no dia 12 de janeiro de 2026, são: Story (IP), Monero (XMR) e Canton (CC), com altas de 21%, 15% e 5%, respectivamente.

As criptomoedas que estão registrando as maiores baixas no dia 12 de janeiro de 2026, são: Polygon (POL), Lighter (LIT), Memecore (M), com quedas de -10%, -9% e -5% respectivamente.

O que é Bitcoin?

O Bitcoin (BTC) é uma moeda digital, que é usada e distribuída eletronicamente. O Bitcoin é uma rede descentralizada peer-to-peer. Nenhuma pessoa ou instituição o controla.

O Bitcoin não pode ser impresso e sua quantidade é muito limitada – somente 21 milhões de Bitcoin podem ser criados. O Bitcoin foi apresentado pela primeira vez como um software de código aberto por um programador ou um grupo de programadores anônimos sob o codinome Satoshi Nakamoto, em 2009.

Houve muitos rumores sobre a identidade real do criador do BTC, entretanto, todas as pessoas mencionadas nesses rumores negaram publicamente ser Nakamoto.

O próprio Nakamoto afirmou ser um homem de 37 anos que vive no Japão. No entanto, por causa de seu inglês perfeito e seu software não ter sido desenvolvido em japonês, há dúvidas sobre essas informações. Por volta da metade de 2010, Nakamoto foi fazer outras coisas e deixou o Bitcoin nas mãos de alguns membros proeminentes da comunidade BTC.

Para muitas pessoas, a principal vantagem do Bitcoin é sua independência de governos mundiais, bancos e empresas. Nenhuma autoridade pode interferir nas transações do BTC, importar taxas de transação ou tirar dinheiro das pessoas. Além disso, o movimento Bitcoin é extremamente transparente - cada transação única é armazenada em um grande ledger (livro-razão) público e distribuído, chamado Blockchain.

Essencialmente, como o Bitcoin não é controlado como uma organização, ele dá aos usuários controle total sobre suas finanças. A rede Bitcoin compartilha de um ledger público chamado "corrente de blocos" (block - bloco, chain - corrente).

Se alguém tentar mudar apenas uma letra ou número em um bloco de transações, também afetará todos os blocos que virão a seguir. Devido ao fato de ser um livro público, um erro ou uma tentativa de fraude podem ser facilmente detectados e corrigidos por qualquer pessoa.

A carteira do usuário pode verificar a validade de cada transação. A assinatura de cada transação é protegida por assinaturas digitais correspondentes aos endereços de envio.

Devido ao processo de verificação e, dependendo da plataforma de negociação, pode levar alguns minutos para que uma transação BTC seja concluída. O protocolo Bitcoin foi projetado para que cada bloco leve cerca de 10 minutos para ser minerado.

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