Ficar rico apenas jogando videogame não é mais um sonho distante. É uma realidade — e, em muitos casos, uma realidade milionária. Os atletas de e-sports já ultrapassaram os salários de cirurgiões, médicos renomados e até cantores que emplacaram hits nacionais.
Essa transformação do cenário digital não só mudou o status dos games, como também criou uma nova elite financeira: a dos gamers profissionais.
Com torneios organizados, plataformas de streaming e contratos publicitários, os jogadores de elite acumulam grandes fortunas em pouco tempo.
Enquanto um neurocirurgião leva décadas para atingir um patrimônio de R$ 5 milhões, alguns gamers conseguem a mesma quantia em apenas três ou quatro temporadas de competição.
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A plataforma Brasil Apostas analisou os ganhos dos principais nomes dos e-sports e revelou números impressionantes.
Assim, a pesquisa comparou os ganhos totais dos jogadores com suas bases de seguidores nas redes sociais, como Twitch, X (Twitter) e Instagram.
O resultado surpreende: alguns atletas ganham milhares de reais por seguidor, somando cifras milionárias com prêmios, doações e parcerias comerciais.
e-Sports para salários milionários
O cenário também supera o da música. O cantor J Eskine, destaque do Carnaval 2025 com o hit “Mãe Solteira”, tem patrimônio estimado entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão.
Já o funkeiro MC Tuto, com a explosão da faixa “Barbie”, acumulou cerca de R$ 2,7 milhões. Esses valores, embora altos, ficam abaixo do que muitos gamers já atingiram.
Jogos como CS:GO, Dota 2 e Free Fire lideram a revolução financeira nos e-sports.
Além dos torneios milionários, os atletas atuam como influenciadores digitais e empreendedores. Além disso, plataformas como YouTube Gaming e Twitch garantem monetização constante por meio de assinaturas, publicidade e parcerias.
O Brasil, que abraçou o setor de jogos online e e-sports desde os anos 2000, agora vê o setor consolidado como uma das carreiras mais bem pagas do entretenimento digital. A combinação de talento, visibilidade e engajamento tornou os gamers profissionais um novo símbolo de sucesso.
Se antes pais diziam que “videogame não dava futuro”, agora, segundo a pesquisa, o cenário é outro: dá, e pode render mais que uma carreira em medicina.
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