Assassin’s Creed Shadows chegou ao mercado com força total, superando rapidamente o número de jogadores de Assassin’s Creed Valhalla na Steam.
O título, ambientado no Japão feudal, estreou com picos impressionantes de jogadores simultâneos e lidera as vendas em diversas lojas digitais.
No entanto, uma polêmica envolvendo elementos do jogo levou a Ubisoft a realizar ajustes emergenciais já no primeiro dia de lançamento.
Assassin’s Creed Shadows supera Valhalla
O lançamento de Assassin’s Creed Shadows mostrou um grande interesse do público, especialmente entre os jogadores de PC.
Segundo dados do SteamDB, o game registrou um pico inicial de 41.412 jogadores simultâneos na plataforma.
Com isso, ele superou o Assassin’s Creed Valhalla, que teve um máximo de 15.679 jogadores.
O desempenho de Shadows também supera Assassin’s Creed Mirage, que alcançou somente 7.837 jogadores no seu lançamento.
Com esse ritmo, a nova entrada na franquia pode ultrapassar Assassin’s Creed Origins, que teve um pico de 41.551 jogadores.
O recorde da série, no entanto, ainda pertence a Assassin’s Creed Odyssey, que alcançou 62.069 jogadores simultâneos.
Nesse sentido, Shadows também lidera as vendas em outras plataformas. O jogo é o mais vendido na PlayStation Store em vários países.
Ele ocupa o topo da lista de pré-vendas da Amazon nos Estados Unidos, Alemanha e Espanha.
O sucesso comercial reforça o interesse do público em um Assassin’s Creed ambientado no Japão, uma temática muito pedida pelos fãs ao longo dos anos.
Polêmica e recuo: Ubisoft remove conteúdo criticado
Apesar do sucesso, Assassin’s Creed Shadows enfrentou uma polêmica envolvendo elementos do jogo considerados desrespeitosos à cultura japonesa.
O problema ganhou destaque quando figuras políticas do Japão, incluindo o primeiro-ministro, criticaram a forma como templos religiosos eram retratados no game.
A possibilidade de destruir móveis nos templos e a presença excessiva de sangue em combates nesses espaços geraram fortes reações.
A pressão da comunidade e de figuras influentes levou a Ubisoft a agir rapidamente.
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No patch de lançamento, a empresa removeu a interatividade destrutiva nos templos e reduziu significativamente a quantidade de sangue exibida em determinadas situações, especialmente em ataques contra NPCs desarmados.
A decisão, no entanto, dividiu opiniões. Enquanto parte da comunidade elogiou a Ubisoft por responder às críticas, outros jogadores consideraram as mudanças uma forma de censura.
Ainda assim, a empresa preferiu evitar maiores problemas e manteve as alterações no jogo.
O impacto para a franquia
Shadows marca um momento importante para a franquia Assassin’s Creed. Após lançamentos que dividiram opiniões, como Mirage e Valhalla, a Ubisoft precisava de um título que unisse inovação e respeito às expectativas dos jogadores.
O forte número de jogadores na SteamDB e o sucesso comercial mostram que o título tem potencial para ser um dos Assassin’s Creed mais jogados da história.
Entretanto, a polêmica inicial pode ter um impacto na recepção do público no longo prazo.
Por enquanto, Assassin’s Creed Shadows segue em alta, com vendas expressivas e grande engajamento dos jogadores.
Resta saber se o game conseguirá manter essa tendência e será capaz de consolidar seu lugar entre os melhores títulos da série.
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