O banco PNC dos EUA supostamente "não quer nada com o Bitcoin", mas ainda ameaça fechar contas se os clientes não revelarem por que eles o compraram.

Isso de acordo com uma história que circula em mídias sociais, aumentando a atenção da comunidade de criptomoedas.

Um post do titular de conta no PNC u/EliToohey relatou na quinta-feira como o banco os contatou exigindo saber por que Bitcoin tinha sido comprado das trocas Coinbase e Xapo.

"Eu tive uma relação bancária com o PNC Bank por 15 anos e acabei de receber um telefonema para verificar atividades incomuns", diz o artigo.

"Ele me pediu para confirmar algumas transações depois perguntou 'Qual o objetivo de você estar comprando Bitcoin?'".

Quando o usuário se recusou a divulgar o "propósito", o representante do banco ameaçou fechar sua conta.

"Eu disse a ele que não responderia, ele perguntou 'O que você vai fazer com o Bitcoin?'", u/EliToohey continua.

"Eu novamente disse a ele que não responderia. Ele então me informou que seu time de segurança lhe disse que 'deixaria de ter algum relacionamento comigo', se eles não obtivessem respostas satisfatórias".

O episódio não é incomum no bizarro relacionamento que os bancos possuem com criptomoedas.

Histórias de ameaças e suspensões repentinas de contas surgiram não apenas nos EUA, mas também na Europa, com o Barclays, com sede no Reino Unido, se tornando um dos piores infratores em termos de política contraditória e excessiva.

O tratamento dos bancos ao Bitcoin combinado com o fator de defesa dos banqueiros levou ao crescente ridículo dos investidores da criptomoedas à luz das alegações do CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, de que o Bitcoin é uma "fraude".

O fornecimento de dinheiro fiduciário ilimitado foi um tema abordado pelo empresário e comentarista Tuur Demeester na quarta-feira, que destacou uma citação do Federal Reserve dos EUA sobre o assunto.

Tuur Demeester diz: Imagine se o white paper de Satoshi dissesse: "O suprimento total de dinheiro do Bitcoin não importa mesmo".