A startup unicórnio com sede em Cingapura, Acronis, lançou sua mais recente pesquisa de segurança cibernética em 31 de março, destacando que 86% dos profissionais de TI estão preocupados com o crackingjacking.
De acordo com a 2020 World Cyber Protection Week Survey, existe um medo crescente entre os especialistas em TI diante de ataques de cryptojacking, pois o estudo mostra que 30% dos usuários pessoais e 13% dos usuários profissionais não saberiam se seus dados ou computadores os recursos foram modificados inesperadamente, como ocorre com essa ameaça.
O relatório também enfatiza que a conscientização e as preocupações sobre métodos de ameaças cibernéticas, como o cryptojacking, aumentaram nos últimos dois anos, aumentando 33% desde 2019.
Também existe um medo crescente entre os especialistas em TI diante de ataques de ransomware. De fato, 88% dos pesquisados disseram estar preocupados com essa modalidade, superando o cryptojacking em apenas 2 pontos percentuais.
Cryptojacking
Cryptojacking é o uso não autorizado de um dispositivo de terceiros para minerar criptomoedas. Pode ser um computador, smartphone ou uma rede completa de equipamentos.
O criptojacking pode prejudicar a segurança de um computador de duas maneiras: introdução de malware instalando aplicativos suspeitos ou de sites que usam os recursos do dispositivo sem o consentimento do usuário.
Pico de golpes relacionados ao coronavírus na Ásia
Em termos gerais, a pesquisa destacou um volume máximo de golpes cibernéticos relacionados ao COVID-19 na Ásia durante as últimas duas semanas, com Cingapura sendo o país mais afetado do continente.
Para manter a segurança, a Acronis recomenda sempre criar backups de dados valiosos, garantindo que os sistemas operacionais e aplicativos sejam atualizados e atento a emails ou sites suspeitos.
O cryptojacking está tecnicamente extinto?
Ao contrário do que a pesquisa da Acronis descobriu, a Cointelegraph relatou no ano passado que o MalwareBytes considera o criptojacking contra consumidores "essencialmente extinto".