Pompliano acha que a impossibilidade de confisco do Bitcoin 'é muito atraente para Hong Kong’

O uso do Bitcoin (BTC) como protetor da riqueza está em alta em Hong Kong, à medida que o volume de negócios aumenta e as empresas resolvem problemas com a aceitação da cripto.

Registro comercial ressalta a "impossibilidade de confisco" do Bitcoin

Como observaram vários comentaristas nesta semana, incluindo o cofundador da Morgan Creek Digital, Anthony Pompliano, o Bitcoin é uma solução genuína para os residentes de Hong Kong preocupados com a soberania monetária.

"Quando você está preocupado com o fato de seus ativos serem confiscados ou se tornarem inacessíveis para você, a não possibilidade de apreensão do Bitcoin se torna muito atraente. Esse aspecto do Bitcoin se tornou importante para mais de 1 bilhão de pessoas na Índia e em Hong Kong”, "tuitou" ele em 6 de outubro.

Pompliano escrevia dias após os protestos do 70º aniversário da República Popular da China, tão grandes quanto os das 18 semanas anteriores do movimento democrático e foram recebidos com uma forte reação do governo.

Hong Kong Localbitcoins weekly trading volume

Volume semanal de negociações no Localbitcoins de Hong Kong. Fonte: Coin Dance

Diante da repressão às liberdades civis por meio de poderes emergenciais, a liberdade monetária também foi afetada, com os moradores preocupados formando filas nos caixas eletrônicos.

Hong Kong testemunhou um aumento gigantesco nas negociações na Localbitcoins, exchange P2P de Bitcoin, com 12,3 milhões de HKD (US$ 1,57 milhão) mudando de mãos na semana que terminou em 28 de setembro.

Hong Kong Free Press escapa das 'garras do BitPay' e vai para o BTCPay

As entidades locais que estavam de olho nas possibilidades de escapar das garras das autoridades já haviam considerado o Bitcoin, mas foram os problemas iniciais que chegaram às manchetes.

Como relatou o Cointelegraph, a Hong Kong Free Press (HKFP) havia reclamado que o processador de pagamentos BitPay não repassou doações para sua causa.

O BitPay culpou o sistema bancário, provocando um debate sobre a ironia de confiar no fiduciário de terceiros para usar o Bitcoin.

Em 10 de outubro, no entanto, a HKFP havia resolvido o problema, revelou o fundador Tom Grundy - mudando para o BTCPay, uma alternativa de código aberto.

"A HKFP escapou das garras do BitPay e... agora aceita Bitcoin novamente via BTCPay", confirmou ele.