O desenvolvedor do Bitcoin Core Peter Todd disse que a mineração "extraterrestre" em grande escala de Bitcoin não é "tão louca quanto parece".
Retuitando o economista Max Keiser, que sugeriu que "muitos sistemas de satélites" em breve competirão na área, a mineração na era espacial de Todd teria vantagens econômicas.
"[É] muito mais barato irradiar energia solar coletada no espaço de volta à Terra sob a forma de blocos do que como eletricidade", escreveu ele na terça-feira.
Not as crazy as it sounds: a lot cheaper to beam solar power collected in space back to Earth in the form of blocks than as electricity. https://t.co/GWeby2f9ce
— Peter Todd (@petertoddbtc) August 16, 2017
Peter Todd diz: Não é tão louco quanto parece: muito mais barato irradiar energia solar coletada no espaço de volta à Terra sob a forma de blocos do que como eletricidade.
Keizer, que permanece infamemente otimista em relaçao ao Bitcoin em comparação com os ativos tradicionais, disse que os custos do foguete estavam destinados a serem próximos de nada.
O debate vem na mesma semana que a Blockstream, uma empresa que inclui alguns dos maiores nomes nos círculos técnicos de Bitcoin, sugeriu que olhará para o espaço quando desvendar seu produto emblemático.
"Está chegando", anunciou o CSO Samson Mow no Twitter nesta segunda-feira, enquanto a indústria aguarda mais detalhes.
Um vídeo promocional para o lançamento incluiu um satélite em órbita terrestre, levando à especulação sobre as mídias sociais que a informação do bloco extraterrestre poderia chegar em breve.
Enquanto isso, Todd advertiu sobre as possíveis implicações de segurança de um vasto aumento no tamanho do espaço envolvido na criação da rede Bitcoin.
"[...] Poderia ser muito prejudicial para o Bitcoin também: 10 minutos não são o suficiente para obter consenso em todo o sistema solar", acrescentou.