O gigante dinamarquês da navegação Maersk continua suas incursões no Blockchain depois de encerrar um teste de frete de 20 semanas com base na tecnologia.
Em parceria com a Microsoft, a Ernst & Young e várias seguradoras, a Maersk estudou como o compartilhamento de dados do Blockchain pode simplificar uma das áreas "menos eficientes" do setor de seguros, relata a Fortune.
No coração da implementação do Blockchain em si estava a Guardtime, uma start-up que conta entre os seus parceiros os governos estadunidense e estoniano.
"As transações de seguros são atualmente muito tediosas e friccionais", diz a publicação citando Lars Henneberg, chefe de risco e seguro da Maersk.
"A tecnologia Blockchain tem potencial para facilitar o desenvolvimento desejado que está atrasado".
O experimento da Maersk é o segundo, juntamente com uma joint venture com IBM Blockchain, uma solução que analisou para implementar para racionalizar linhas de suprimentos.
Vítima do WannaCry
A empresa foi uma das empresas de alto perfil a ser vítima do cibertatque WannaCry de maio, que paralisou os sistemas informáticos aproveitando-se da tecnologia ultrapassada.
Comentando a forte motivação para substituir as estruturas existentes, o CEO da Guardtime, Mike Gault, disse que o Blockchain possui benefícios reais e tangíveis para a indústria de frete.
"Este não é vaporware ou algo que vamos fazer", disse ele à Fortune. "É algo que construímos e comprovamos".