A lenda internacional do futebol, Lionel Messi, entrou na onda dos memes e está promovendo uma memecoin baseada na Solana chamada WaterCoin (WATER) através de seus Stories no Instagram.

De acordo com a documentação da WaterCoin, o projeto está focado em aumentar a conscientização sobre questões relacionadas à água, com o objetivo de se tornar uma moeda ecológica completa no futuro.

Fonte: Alex Krüger

O roteiro da WaterCoin descreve quatro etapas, desde a pré-venda inicial do token, passando por listagens em exchanges centralizadas e parcerias com celebridades, até a fase final de se tornar uma "moeda ambiental com foco em caridade."

Além dessa visão geral, o roteiro é escasso em detalhes sobre como o projeto alcançará esses objetivos e a ação de preço do token exibiu o padrão característico da mecânica de "pump and dump".

Ação do preço atual para $WATER. Fonte: DexScreener

Continua a mania das memecoins

Investir em memecoins envolve um risco substancial, pois os aumentos meteóricos de preço muitas vezes não estão ligados à utilidade do ativo subjacente, assumindo que exista alguma utilidade ou caso de uso para o token meme.

Mesmo assim, isso não tem impedido os traders de assumirem riscos significativos na esperança de obter lucros extraordinários. A popularidade das memecoins gerou debate dentro da comunidade cripto e levou alguns a condenarem os tokens como negativos para o espaço das criptomoedas devido a imagem negativa que criam e à consequente fiscalização dos reguladores.

Outros argumentam que as memecoins têm utilidade, podem atuar como métricas para tendências mais amplas, medir o sentimento do mercado e fomentar comunidades vibrantes que proporcionam valor para seus membros.

Ecologia on-chain

Criptomoedas e tecnologias blockchain oferecem soluções inovadoras para a proteção ambiental devido à sua natureza transparente e às tecnologias que empoderam a comunidade. Essas características podem permitir o crowdfunding sem necessidade de confiança, organização e verificabilidade on-chain.

Em 2022, a Samsung se juntou à lista de empresas que usam sistemas blockchain para rastrear árvores plantadas, utilizando a tecnologia da Veritree. A iniciativa se concentrou em capturar 1 bilhão de libras de carbono nos próximos 25 anos, reabastecendo florestas em Madagascar.

A fiscalização ambiental que o Bitcoin (BTC) atraiu também criou uma ênfase crescente em práticas de mineração sustentável e no aproveitamento de formas renováveis de energia, como solar, geotérmica e até mesmo nuclear, para minerar escassez digital.

El Salvador é um dos principais exemplos disso, com o país anunciando recentemente que minerou 474 Bitcoins usando energia geotérmica vulcânica.