Casa de câmbio japonesa de cripto Ripple é atingida por prisão por fraude do fundador

Uma casa de câmbio de criptomoeda Ripple em Hamamatsu, prefeitura de Shizuoka, foi invadida pela polícia enquanto eles se aproximavam do gerente da casa de câmbio que estava procurando fugir com ¥ 1,4 milhão (US $ 12,470) de um dos seus clientes.

Yuki Takenaka, fundador de 31 anos e chefe de uma empresa que opera a casa de câmbio de Ripple, reuniu seus fundos roubados, mesmo que sua empresa estivesse em colapso e incapaz de fazer restituições naquele momento.

Golpe

É a primeira prisão no Japão feita em conexão com uma casa de câmbio da moeda virtual Ripple, já que Takenaka admitiu a maioria das acusações, de acordo com a polícia.

Tendo estabelecido a casa de câmbio em maio de 2014, Takenaka rapidamente saiu do foco, pois os usuários não conseguiam retirar dinheiro ou contatá-lo.

Em um modelo de negócios estranho, sua empresa coletou dinheiro de seus usuários em troca de IOUs, ou reconhecimentos por escritos de dívida, necessários para as transações on-line em Ripple. Os usuários podem trocar as notas por Ripple ou convertê-las em dinheiro.

Mas também apareceu que Takenaka supostamente enganou uma dúzia de usuários em mais de ¥ 10 milhões por publicidade falsa que sua empresa não cobrava nenhuma comissão.

Além disso, há investigações sobre a suposta emissão de IOUs fictícios que representam aproximadamente 120 milhões de ¥.

O impulso do Ripple pela legitimidade

O Ripple, como criptomoeda, é ligeiramente diferente dos outros, pois procura tornar-se uma moeda digital legítima para uso no setor bancário; e eles orgulham-se de serem centralizados.

A moeda Ripple geralmente é usada para pagamentos internacionais e não pode ser usada para compras de mercadorias.

O Ripple está olhando para entrar no mercado bancário com seus rígidos regulamentos e, embora este incidente não tenha nada a ver com o Ripple como uma moeda, mostra mais uma vez que o mercado de criptomoeda ainda é um velho oeste para muitos e há pouca proteção para indivíduos.


Siga-nos no Facebook