A Índia ainda não respondeu à súbita proibição da ICO da China, com os legisladores continuando a se concentrar no "mau uso" de criptografia em geral.
Como parte de um exame contínuo do regulamento de criptomoedas, o banco central do país disse a um painel do governo na segunda-feira que tais moedas são "suscetíveis" a atividades criminosas.
"É verdade que, embora as moedas virtuais possam ter usos legítimos, algumas de suas características, como o anonimato, tornam-se suscetíveis a maus usos ou abusos", afirmam os relatórios do Reserve Bank of India, citado por múltiplas fontes de notícias locais.
A mão pesada da China no controle das ICOs ainda não encontrou companhia entre as principais economias, e Hong Kong até optou por seguir uma abordagem semelhante à da Comissão de Títulos e Câmbio dos EUA.
Os ruídos legislativos da Índia se concentraram significativamente no uso de moedas virtuais, como o Bitcoin, para atos ilegais e suas ostensivamente condenadas reformas monetárias que procuraram remover o "dinheiro negro" da economia.
Embora a regulamentação possa estar no horizonte para o Bitcoin, no entanto, os tokens digitais continuam a existir em uma área cinza.
Os consumidores estão mais do que conscientes do potencial de lucro, com a negociação de altcoin e ICO formando o tema de uma peça de mídia popular publicada na quarta-feira.
"Entre abril e maio deste ano, apresentaram-me à criptomoeda e, depois de pesquisar um pouco, decidi investir em um par de ICOs como a Humaniq e a TaaS. Eles me deram um crescimento de 6x a 8x", disse um comerciante amador dedicado ao Factor Daily.