Cointelegraph
Jesse Coghlan
Escrito por Jesse Coghlan,Editor da Equipe
Felix Ng
Revisado por Felix Ng,Editor da Equipe

Novo CEO da FTX, John Ray trata com frieza as postagens erráticas de Sam Bankman-Fried no Twitter

O novo CEO da FTX fez uma breve declaração em resposta à série de postagens intermitentes no Twitter de Sam Bankman-Fried.

Novo CEO da FTX, John Ray trata com frieza as postagens erráticas de Sam Bankman-Fried no Twitter
Notícias

O novo CEO e diretor de reestruturação da falida exchange de criptomoedas FTX, John Ray, respondeu friamente à série errática de postagens no Twitter de Sam Bankman-Fried.

A conta oficial da FTX no Twitter publicou em 16 de novembro uma declaração de Ray referindo-se às recentes declarações públicas de Bankman-Fried, reiterando que atualmente ele “não tem nenhuma função na [FTX], na FTX US ou na Alameda Research Ltd. e não fala em nome das empresas”.

(3/3) O Sr. Bankman-Fried atualmente não tem nenhum cargo na @FTX_Official, na FTX US ou na Alameda Research Ltd. e não fala em nome das empresas.

— FTX (@FTX_Official)

Em 14 de novembro, Bankman-Fried iniciou a publicação de uma estranha thread no Twitter, na qual – ao longo de cerca de 40 horas – acabou soletrando "O que ACONTECEU" em nove postagens subsequentes. Depois, ele alegou que estava se reunindo com reguladores para "fazer a coisa certa pelos clientes.”

Posteriormente, ele começou a expor a situação das finanças e o nível de alavancagem das operacões da FTX e de sua empresa irmã Alameda Research, alegando que a alavancagem da FTX somava cerca de US$ 13 bilhões, e não US$ 5 bilhões como ele pensava inicialmente.

A espiral descendente da FTX começou no início de novembro, quando o vazamento do balanço patrimonial da Alameda Research vazou, desencadeando uma série de eventos que levaram à exchange e suas 130 subsidiárias globais a dar entrada a um pedido de falência de Capítulo 11 nos EUA em 11 de novembro.

John J. Ray III assumiu o cargo de CEO da FTX no mesmo dia depois que SBF resingou à posição. Ray III ganhou notoriedade por ter supervisionado anteriormente a falência da ex-gigante de energia Enron, que tinha cerca de US$ 63,4 bilhões em ativos, naquele que na ocasião tornou-se o maior caso de falência corporativa da história dos EUA.

LEIA MAIS

A Cointelegraph está comprometida com um jornalismo independente e transparente. Este artigo de notícias é produzido de acordo com a Política Editorial da Cointelegraph e tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Os leitores são incentivados a verificar as informações de forma independente. Leia a nossa Política Editorial https://br.cointelegraph.com/editorial-policy