O mundo da Realidade Virtual (VR) vem esquentando com mais e mais usuários acessando on-line, pois fones de ouvido e plataformas continuam a ganhar aceitação. Este espaço de mercado também deu origem a um ativo novo e interessante - o Imobiliário Virtual.
Já em 2003, empresas como Linden Labs (desenvolvedores do Second Life) já estavam monetizando compras de terra virtual e conteúdo para usuários de VR. A plataforma continua a ser uma maneira de os usuários ganhar dinheiro com o conteúdo virtual. Como os usuários podem criar conteúdo dentro da plataforma e ter propriedade de direitos autorais, eles são capazes de possuir praticamente e monetizar o que eles criam.
Blockchain para propriedade de VR
No entanto, uma nova plataforma baseada em Blockchain abriu caminho no mercado e está usando a tecnologia Blockchain para proteger a propriedade da terra virtual, de modo que os usuários possam realmente possuir a própria plataforma. A empresa também está usando uma criptomoeda proprietária como meio de monetização interna. O primeiro leilão de terras da história para a empresa entrará em operação em dezembro, já que a empresa vende a "Cidade Gênesis" com coordenadas (0,0).
Ao utilizar os aspectos protetores da tecnologia Blockchain, a plataforma é capaz de proteger o aspecto de propriedade, bem como proteger os direitos de cada parcela. Dentro de cada parcela, os usuários podem criar e gerar receita de qualquer tipo de conteúdo que eles escolham. Muitos acreditam há muito tempo apenas em questão de tempo antes que o Blockchain fosse usado para registrar propriedade de imóveis, embora outros tenham avisado contra a prática. Não deve ser uma surpresa que o mundo virtual esteja tomando o mesmo conceito e o executando.