No último episódio do Macro Markets, o analista do Cointelegraph Marcel Pechman explica por que o consumo nos Estados Unidos continua forte enquanto a inadimplência em empréstimos automotivos e saldos de cartões de crédito está acelerando. De acordo com Pechman, os consumidores construíram uma reserva extra de economias em dinheiro à medida que o governo dos Estados Unidos injetou dinheiro para evitar uma recessão e temporariamente perdoou os pagamentos de empréstimos estudantis.
No entanto, de acordo com o banco de investimento JPMorgan, "os consumidores gastaram todo o seu excesso de economias da pandemia, que em um momento chegou a mais de US$ 2 trilhões", conforme relatado pelo Business Insider. Pechman acredita que, se as previsões do JPMorgan estiverem corretas, o mercado de ações deveria estar negociando muito mais baixo. Ainda assim, Pechman não acredita que apostar contra o S&P 500 seja um conselho sensato, dado que a inflação está prestes a surgir e o governo será forçado a injetar liquidez para evitar uma recessão.
Para o próximo tópico do programa, Pechman analisa a intervenção do banco central chinês depois que o yuan atingiu a mínima de 16 anos em relação ao dólar americano. Para Pechman, o maior risco é o mercado duvidar da capacidade do país de sustentar um yuan mais forte, ou seja, apostar que as reservas do Banco Popular da China não serão suficientes para manter o nível desejado.
Essencialmente, o que o banco central chinês está fazendo tem limites e, em última análise, é uma aposta arriscada, argumenta Pechman. Por enquanto, de acordo com o analista, não parece haver um risco iminente vindo do yuan, mas vale a pena ficar de olho.
Para obter insights adicionais sobre esses assuntos, sintonize o último episódio do Macro Markets, exclusivamente disponível no recém-lançado canal do YouTube Cointelegraph Markets & Research.
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